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Chile adia plebiscito por uma nova Constituição

Votação acontecerá no fim de outubro

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, adiou de 26 de abril para 25 de outubro, em razão do surto de coronavírus, o plebiscito para definir se o país terá ou não uma Assembleia Constituinte para redigir uma nova Constituição, exigência das manifestações populares.

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Além disso, ele também postergou as eleições legislativas e regionais.

“Não era possível pôr em risco a saúde dos chilenos e, portanto, era necessário adiar o plebiscito, além de todo o calendário eleitoral”, anunciou o presidente Sebastián Piñera numa cerimônia transmitida pelas redes sociais.

No Chile, o voto não é obrigatório. Diante do atual cenário de pandemia que o mundo enfrenta, a abstenção poderia ser alta, segundo informações da Rádio França Internacional.

“A pandemia atingirá seus momentos mais difíceis, mais críticos, provavelmente no fim de abril, começo de maio. E, por essas coisas da vida, o plebiscito estava programado para 26 de abril. Sem dúvida, um plebiscito significa aglomerações e riscos para a saúde dos chilenos”, explicou Piñera.

 

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