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China condena sanções e acusa EUA de criar 'pânico'

Ditadura sustenta que país deixou Putin sem 'opções'

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Xi Jinping, Presidente da República Popular da China discursa no Escritório das Nações Unidas em Genebra. 18 de janeiro de 2017 | Foto: Jean-Marc Ferré/ONU

O Partido Comunista da China (PCC) se manifestou contra as sanções dos Estados Unidos à Rússia nesta quarta-feira, 23. Segundo a ditadura, os EUA criam “medo e pânico” sobre a crise na Ucrânia ao apoiar o país com armas.

O PCC sustenta que o presidente Vladimir Putin ficou “sem opções” com a “expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan)”.

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Hua Chunying, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, pediu negociações para reduzir as tensões que crescem rapidamente. A diplomata acusou os EUA de alimentarem “tensões” ao fornecer armas à Ucrânia.

No pronunciamento, Hua não mencionou os quase 200 mil soldados russos na fronteira com a Ucrânia, tampouco mencionou os esforços de EUA, França e outros para envolver a Rússia diplomaticamente.

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Os laços com a Rússia se estreitaram sob o comando do líder chinês Xi Jinping, que recebeu o presidente russo, Vladimir Putin, em negociações em Pequim no início deste mês. Os dois lados emitiram uma declaração conjunta apoiando a oposição de Moscou a uma expansão da Otan nas ex-repúblicas soviéticas e apoiando a reivindicação da China à ilha autônoma de Taiwan.

Pequim não vê as sanções como “a melhor maneira de resolver problemas”, disse a porta-voz, Hua Chunying, em uma entrevista a jornalistas em Pequim, nesta quarta-feira, 23. Ela também criticou os EUA e a Otan por instalarem armas ofensivas perto da Rússia, perguntando se “eles já pensaram nas consequências de encurralar uma grande potência”.

Leia também: “O jogo do gigante”, reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 58 da Revista Oeste

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8 comentários
  1. William Leal Tamburi
    William Leal Tamburi

    A sensassão é que China, USA, Russia, OTAN só estão pensando no que podem ganhar com mais uma guerra. A Ucrânia será apenas mais um ‘boi de piranha’, nas mãos dos globalistas, assim como foram todos os outros países (Irã, Paquistão, Iraque, Vietnã, etc).

  2. Luiz Antonio Fraulo
    Luiz Antonio Fraulo

    Esse é um conflito que, na verdade, beneficia muito a China. Quando os olhos do ocidente estão todos voltados para o leste europeu, a China com seu PCC e com seu povo que não conhece nada além das bem-aventuranças do PCC, navega em águas mais tranquilas . Mas pode beneficiar o Brasil também: torna-se um polo mais seguro para investimentos do que países da Europa, tem matéria-prima cujo preço pode subir com envolvimentos bélicos, produz alimentos, tende a crescer a industria, avanço em tecnologia, etc.

  3. Jose Ponte
    Jose Ponte

    Ao Brasil o que interessa apenas ao Brasil .
    Não é nossa guerra , não ocorre em nossas fronteiras .
    Temos que alimentar e empregar nosso povo .
    Nem com um e nem com o outro , só com o Brasil .

  4. Terezinha De Jesus Araujo
    Terezinha De Jesus Araujo

    E como fica nosso Brasil no meio disso tudo???

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