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China defende código QR global da covid-19

Mecanismo armazena o histórico de viagens e saúde de uma pessoa
Foto: Divulgação/Flickr
Foto: Divulgação/Flickr | Foto: Divulgação/Flickr

Mecanismo armazena o histórico de viagens e saúde de uma pessoa

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País oriental é suspeito de espionar pessoas por meio da Huawei | Foto: Divulgação/Flickr

O secretário-geral do Partido Comunista da China, Xi Jinping, propôs ao mundo o uso generalizado de atestados de saúde baseados em códigos QR, medida que já vigora no país oriental. Trata-se de um mecanismo que armazena o histórico de viagens e saúde de uma pessoa. Dessa forma, os usuários exibem um código de cores com base em sua exposição potencial ao coronavírus. O verde representa a maior segurança, depois vêm o âmbar e o vermelho. “A China sugere um mecanismo global de reconhecimento mútuo de atestados de saúde, com base em resultados de testes de ácido nucleico, na forma de códigos QR. Esperamos que mais países adotem esse mecanismo”, declarou Jinping, durante reunião do G20, no sábado 21.

Contudo, ele não explicou que tipo de sistema de código QR estava sugerindo ou quem o projetaria e executaria — provavelmente, a própria China. Críticos manifestaram preocupação com a medida, sobretudo porque o gigante de tecnologia chinês Huawei é suspeito de espionar usuários. Países ao redor do mundo já proibiram a participação dessa companhia nos leilões da tecnologia 5G. Além disso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem denunciado o roubo de propriedade intelectual por hackers chineses. Conforme noticiou Oeste, laboratórios norte-americanos que pesquisam vacinas contra a covid-19 foram alvo de ataques de criminosos que atuam na internet.

Leia também: “Chegou a hora de enfrentar a China — e a Rússia”, artigo de Bruno Garschagen publicado na edição n° 18 da Revista Oeste

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