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Justiça do Colorado proíbe candidatura de Donald Trump para eleições de 2024

Segundo a Corte, Trump “incitou e encorajou o uso da violência e de ações ilegais para interromper a transferência pacífica de poder”

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

A Suprema Corte do estado americano do Colorado proibiu nesta terça-feira, 20, ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de se candidatar para as eleições de 2024.

Segundo a Corte, Trump “incitou e encorajou o uso da violência e de ações ilegais para interromper a transferência pacífica de poder” por causa de suas ações em torno do motim do dia 6 de janeiro de 2021 no Capitólio, em Washington.

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A decisão inédita acatou o pedido de um grupo de eleitores do Colorado que entrou com uma ação judicial contra Trump na base de uma cláusula da 14ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos.

Promulgada após a Guerra Civil (1861-1865) a disposição desqualifica para cargos públicos aqueles que juraram defender a Constituição e depois “se envolveram em insurreição ou rebelião” contra os EUA.

A decisão da Suprema Corte do Colorado foi tomada por 4 a 3. A vigência da decisão foi suspensa pelo próprio tribunal até o dia 4 de janeiro para dar ao ex-presidente a possibilidade de apresentar recurso.

Os juízes escreveram em sua decisão: “Não chegamos a estas conclusões levianamente. Estamos conscientes da magnitude e do peso das questões que agora temos diante de nós”.

Campanha de Trump considera decisão “completamente falha” e anuncia recurso

Um porta-voz de Trump classificou a decisão como “completamente falha” e disse que a campanha iria apelar rapidamente para a Suprema Corte dos EUA.

Em nota, Steven Cheung criticou os juízes, todos nomeados por governadores democratas.

Saiba mais: Trump se manifesta depois de ser ‘fichado’ em presídio

“Os líderes do Partido Democrata estão num estado de paranoia devido à crescente e dominante liderança que o presidente Trump acumulou nas sondagens”, escreveu, “Eles perderam a fé na fracassada presidência de Biden e agora estão fazendo tudo o que podem para impedir que os eleitores americanos os expulsem do cargo em novembro próximo”.

A equipe jurídica de Trump, que luta contra processos semelhantes em vários estados americanos, argumentou que as contestações são uma tentativa antidemocrática de impedir os eleitores de decidirem o próximo inquilino da Casa Branca.

No mês passado, no Minnesota, a Suprema Corte daquele estado rejeitou uma tentativa de excluir Trump das primárias do Partido Republicano.

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7 comentários
  1. Rita de Cássia Pupo da Silveira Lyra
    Rita de Cássia Pupo da Silveira Lyra

    Copiaram daqui ou copiamos de lá? A diferença é a força que as instituições tem por lá. Por aqui só podridão

  2. Carlos Augusto Olivé Malhadas
    Carlos Augusto Olivé Malhadas

    O “Suprime” de lá suprimiu a candidatura Trump, igual ao “Suprime” daqui … Viva a democracia, um dia teremos

  3. Ricardo
    Ricardo

    O Colorado é um estado assumidamente canhoto então não podíamos esperar nada diferente disso.

  4. Marco Polo Gerard Bondim
    Marco Polo Gerard Bondim

    Lá é semelhante ao que ocorre aqui e vice-versa, a degradação da racionalidade, o trabalho da esquerda, é um processo mundial!
    Jogar contra ela, contra a esquerda (lugar comum de medíocres, alienados, complexados, criminosos e marginais), é ter de jogar com um baralho de cartas marcadas e regras mutáveis, voláteis, invertidas na medida da necessidade das necessidades da amoralidade/imoralidade dos membros da esquerda.
    Mundo afora, as manifestações de esquerda, com ou sem quebra-quebra, são a favor da “democracia” da “igualdade de Direitos” da “reparação de injustiças”, etc., as nossas manifestações, não. São todas, e sem exceção, consequências da ação de algum indivíduo criminosos que age contrário ao que seria justiça, e que precisa, portanto, ser imediatamente expurgado da vida pública; quiçá preso!
    Temos permitido, essa loucura dos mais medíocres e corruptos, há anos em nossas escolas, desde quando Darcy Ribeiro, Erundina e Paulo Freire passaram a ter vozes, isoladamente e juntos, na “Educação” do brasileiro.
    Pobre Brasil!

  5. Marcus Magalhães
    Marcus Magalhães

    Querem apostar que essa decisão será copiada aqui pela mesma quadrilha que elegeu o verme carniça putrefato?

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