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Com inflação fora de controle, juros passam de 80% na Argentina

Banco Central argentino tenta frear alta descontrolada dos preços

Inflação argentina
Presidente da Argentina, Alberto Fernández | Foto: Reprodução

O Banco Central da República da Argentina (BCRA) confirmou na quinta-feira 20 o aumento dos juros básicos em 3 pontos porcentuais, conforme havia sido antecipado pela imprensa do país. Com a decisão, a taxa de juros argentina vai a 81%. 

No mês passado, o BCRA já havia elevado a taxa de juros em 3 pontos, para 78% ao ano. O aumento sucessivo e robusto dos juros, no entanto, parece não ser o suficiente para frear o aumento de preços no país de Alberto Fernández.

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Na semana passada, o governo informou que a inflação anual atingiu 104%, o maior nível em três décadas. Desde 1991, a Argentina não registrava índice tão elevado de inflação. Nesse ano, a inflação anual oficial chegou a 102%.

Segundo comunicado do BCRA, a autoridade monetária também fixou em 81% a taxa mínima para os depósitos de prazo fixo de até 10 milhões de pesos e de 72,5% para o restante.

“O BCRA continua monitorando a evolução do nível geral de preços, a dinâmica do mercado de câmbio e dos agregados monetários aos efeitos de calibrar sua política de juros”, disse a autoridade monetária argentina.

Leia mais: “Buenos Aires definha”, reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 159 da Revista Oeste.

4 comentários
  1. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Da próxima vez que abrir um arquivo aqui, vou abrir uma página no Word, salvar o texto (LÁ EU TENHO CERTEZA QUE O TEXTO ESTÁ SALVO) e copiar e colar o texto aqui, por diversas vezes repetido, para ver se ao menos um comentário meu é salvo neste espaço. Bando de canalhas!

  2. Marcos Japiassu
    Marcos Japiassu

    Segundo o ladrão que nos preside a economia argentina é um exemplo. Impeachment já desse ladrão!

  3. DONIZETE LOURENCO
    DONIZETE LOURENCO

    Para o LULADRÃO a Argentina é o exemplo a ser seguido pelo Brasil.
    Acredito que devem estar enviando alguns devotos a Buenos Aires para pressionar o Presidente do Banco Central Argentino a baixar os juros, mesmo que o governo se negue a cortar seus gastos, condição mínima para uma redução lenta e gradual destas taxas.

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