CoronaVac é aprovada em Hong Kong para crianças a partir de três anos

Governo tomou a decisão hoje
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O intervalo entre as doses será de 28 dias
O intervalo entre as doses será de 28 dias | Foto: Adriana Toffeti/Estadão Conteúdo

A CoronaVac será usada em crianças a partir de três anos, informou o governo de Hong Kong neste sábado, 20. Segundo a agência reguladora local, a vacina é “imunogênica, segura e bem tolerada” dos três anos até os 17 anos.

O intervalo entre as doses será de 28 dias. Em comunicado, o Poder Executivo informou que os benefícios da vacinação contra o novo coronavírus entre as crianças “são maiores que os riscos”.

A China também já aprovou o uso da CoronaVac para crianças a partir dos 3 anos, segundo Yin Weindong, diretor da Sinovac, laboratório chinês que desenvolveu a vacina. Na América do Sul, o Chile aprovou o uso para crianças maiores de 6 anos, em setembro.

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A autorização do Chile foi baseada em um estudo realizado pela Sinovac, na China, que aplicou doses da vacina em 552 crianças de 3 a 17 anos. A pesquisa foi publicada pela revista científica The Lancet em 28 de junho de 2021.

Influência chinesa sobre Hong Kong

Em maio do ano passado, o parlamento da China aprovou a “lei de segurança nacional” para Hong Kong, com a finalidade de pôr fim aos protestos que sacudiram o território autônomo no ano anterior.

À época, o apoio do Poder Legislativo da China foi quase absoluto: 2.878 votos a favor, e apenas um voto contra e seis abstenções, poucos minutos antes do encerramento oficial da sua sessão legislativa anual.

A nova lei foi adotada apesar das advertências lançadas pela comunidade internacional, dos Estados Unidos à União Europeia, que a consideram uma ameaça aos direitos da antiga colônia britânica.

A nova lei objetiva “impedir, deter e punir” qualquer conduta que “ponha em grave perigo a segurança nacional, como o separatismo, a subversão dos poderes do Estado ou a organização.

Leia também: “Precisamos falar sobre a CoronaVac”, reportagem publicada na Edição 67 da Revista Oeste

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6 comentários Ver comentários

  1. Abram-se muitas aspas “” benefícios maiores que os riscos””, onde estão os riscos caras-pálidas?? O único e real risco é subjugar uma ex-nação rica e trabalhadora! Essa é a verdadeira “vassassina” da demência… Essa ciên$ia xingling não se sustenta com meia dúzia de argumentos sólidos!

  2. Com essa notícia podemos entender que o maldito vírus chinês não está sob controle na China e em Hong Kong.
    A aplicação dessa vacina em crianças nessa idade independe da autorização dos pais mas da vontade do DITADOR comunista da China.

  3. O problema dessa vacina não é ter ou não registro definitivo. O problema é que não vale nada. Vejam Serrana que 100% dos vacinaveis foram vacinados. Os casos explodiram lá, mesmo com a continuidade das restrições. Se a Pitoniza João Doria souber já vai começar a aplicar até em bebês.

  4. Afinal, essa vacina que sequer tem registro definitivo no Brasil para o público adulto e a ANVISA ainda espera por informações das exigências quando concedeu o uso emergencial, vai ser permitida para crianças a partir de 3 anos como quer o marqueteiro Dória. Já há registro definitivo na China, nos EUA e na Europa da SINOVAC?

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