Vacina da Oxford: número de voluntários para testes vai dobrar no Brasil

Anvisa autoriza a inserção de 5 mil novos voluntários nos testes da vacina de Oxford no Brasil
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Seringa e representação do novo coronavírus | Foto: pearson0612/Pixabay
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Idosos com mais de 70 anos serão priorizados nessa nova fase

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Desenvolvimento da vacina da Oxford progride bem
Foto: pearson0612/Pixabay
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Mais 5 mil voluntários poderão participar da testagem brasileira da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford. Nesta terça-feira, 15, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou o incremento que dobra o número de participantes nos testes. Com essa permissão, o país terá 10 mil voluntários na última etapa de testes do imunizante desenvolvido pela universidade em parceria com a farmacêutica AstraZeneca.

Na terceira fase do estudo, a prioridade será dada aos idosos com mais de 70 anos — na fase anterior, essa faixa etária foi incluída tardiamente. “É importante que eles sejam testados porque, se a vacina sair, a gente certamente vai dar prioridade aos idosos. Eles vão ser o público-alvo da vacinação”, explica Lily Weckx, coordenadora do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie/Unifesp), responsável por liderar o estudo da vacina da Oxford no Brasil.

Leia também: “Vacina da Oxford não foi causa de reação adversa em paciente”

O perfil dos voluntários elegíveis para o estudo é o mesmo: profissionais da saúde e trabalhadores que desempenham funções em áreas de risco, exceto menores de 18 anos.

Os recrutados virão dos centros de estudo já existentes em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Também serão abertos três novos centros de testagem: um em Porto Alegre, um em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e o outro em Natal, capital do Rio Grande do Norte. Nos próximos três meses, o imunizante deverá ser aplicado nos voluntários, que “ainda ficarão sendo acompanhados por um ano”, explica a coordenadora da Unifesp.

A retomada dos testes no Brasil

Interrompidos na terça-feira 8, os testes da vacina de Oxford foram retomados ontem no Brasil. O laboratório AstraZeneca, que desenvolve os estudos globais em parceria com a universidade britânica, emitiu um comunicado no sábado 12, que Oeste repercutiu.

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