Crianças são feitas reféns das regras absurdas sobre a covid-19

É o que afirma Joana Williams, em artigo publicado na Edição 69 da Revista Oeste
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Crianças foram privadas do direito de ir à escola
Crianças foram privadas do direito de ir à escola | Foto: Shutterstock

Em artigo publicado na Edição 69 da Revista Oeste, a colunista Joana Williams argumenta que as crianças continuam sendo feitas reféns das regras absurdas e excessivas sobre a covid-19. De acordo com a colunista, o dano causado aos jovens pelo isolamento forçado não pode ser menosprezado.

Leia um trecho

“No momento que a vida está, aos poucos, começando a voltar ao normal para muitos adultos, as crianças continuam sendo feitas reféns das regras absurdas e excessivas sobre a covid-19. Que tantas crianças estejam em prisão domiciliar, é inadmissível. Que isso venha logo após elas terem tido 15 meses de escolarização prejudicada — e 15 meses de vida arruinados — pelo lockdown, é simplesmente escandaloso. Quando o ministro do gabinete do governo britânico Michael Gove foi “rastreado” pelo aplicativo Teste and Trace (teste e rastreio) do NHS, o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido, depois de uma viagem a Portugal, ele foi parar em um esquema piloto em que testes regulares substituíram a necessidade de isolamento. Aqueles que tiveram a sorte de conseguir tirar férias fora do país podem pagar pelo programa Test to Release (teste para ser liberado) depois de cinco dias de quarentena. Mas não as crianças. Estudantes sem nenhum vestígio do vírus precisam cumprir uma pena completa de dez dias. E, para um número cada vez maior deles, isso aconteceu mais de uma vez.”

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Revista Oeste

A Edição 69 da Revista Oeste vai além do artigo de Joanna Williams sobre o impacto das medidas restritivas na vida das crianças britânicas. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de J. R. Guzzo, Augusto Nunes, Cristyan Costa, Silvio Navarro, Rodrigo Constantino, Guilherme Fiuza, Dagomir Marquezi, Evaristo de Miranda, Branca Nunes e Ana Paula Henkel.

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3 comentários

  1. É o que a maioria dos governadores e prefeitos ignorantes e/ou corruptos sabem fazer com o auxílio do nefasto sindicato dos professores, seja lá de região for!

  2. Esses “”sindicatos”” tornaram-se refùgio de indolentes, preguiçosos e vagabundos… Estão provando que são totalmente desnecessários.

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