Uma valorização significativa dos títulos públicos da Argentina levou o risco-país ao patamar mais baixo desde 2018, com recuo do índice JP Morgan para 450 pontos nesta quinta-feira, 11. O movimento representa a menor pontuação observada ao longo do governo de Javier Milei, que assumiu a Presidência em 2023.
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Na véspera, o indicador havia encerrado o dia em 503 pontos, mas registrou forte queda diante de alguns fatores. Entre eles, o ingresso de capital estrangeiro e o aumento das reservas cambiais.
Segundo relatório da Balanz, a elevação da nota argentina para B- por duas das três grandes agências de risco tende a atrair mais recursos institucionais para os títulos do país.
Fatores do atual cenário econômico da Argentina

O jornal Clarín informou que o crescimento das reservas internacionais, impulsionado por compras expressivas de dólares pelo Banco Central, foi determinante para a redução do risco-país. Em 2026, a autoridade monetária já acumulou mais de US$ 10,5 bilhões, de modo a superar a meta anual de US$ 10 bilhões.
Outro fator que contribuiu foi a aprovação das metas pelo Fundo Monetário Internacional. O órgão liberou um saldo devedor de US$ 1 bilhão e reafirmou seu apoio à administração Milei. Em comparação, quando o presidente tomou posse, o índice superava os 1.400 pontos.
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O índice do JP Morgan compara o rendimento dos títulos argentinos ao dos papéis do Tesouro dos EUA. A queda dessa diferença indica maior confiança dos investidores no cenário argentino, o que pode facilitar futuras operações de captação de recursos para o país.






































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