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De volta à festa

Woody Allen retorna à Paris da década de 1920 nesta grande comédia romântica

Foto: divulgação Netflix

Meia Noite em Paris
(Netflix)

Este filme de 2011 foi uma das grandes obras de Woody Allen. O mestre da comédia romântica misturou aqui os ingredientes certos para 94 minutos de boa diversão com um toque de alta cultura. Tudo funciona muito bem.

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Owen Wilson faz o papel de Gil, um escritor americano que vai a Paris com sua noiva (Rachel McAdams). Ela reencontra um amigo metido a intelectual, chato e esnobe. Gil, por meio de uma solução mágica, é transportado a cada meia noite até a Paris da agitada década de 1920, para retornar ao tedioso presente na manhã seguinte. Mais do que nunca, a cidade era uma festa.

Nessa viagem ao passado, o escritor encontra os grandes nomes da vida artística e cultural daquela época: Cole Porter, F Scott Fitzgerald, Joséphine Baker, Ernest Hemingway, Gertrude Stein, Pablo Picasso, Salvador Dali, Henri Matisse, Paul Gaugin, e por aí vai. Esse passado, na visão de Allen, se torna muito divertido e leve. O elenco está cheio de grandes nomes: Tom Hiddleston, Kathy Bates, Léa Seydoux, Adrien Brody. Até a então primeira-dama francesa Carla Bruni faz uma ponta como uma guia de museu.

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4 comentários
  1. Gedeao
    Gedeao

    Me parece o filme apropriado para os Diretórios Acadêmicos das Federais dos anos 70. Woody Allen com sua psique doentia envernizada por alta uma alta cultura de araque. Todavia, se os universitários atuais gostarem dessa mixordia talvez seja uma mostra de que a esquerdalha caviar ainda respira. A Oeste tá mais confusa do que decisões do STF.

    1. Marcos Sleiman Molina
      Marcos Sleiman Molina

      Sua opinião é ácida, rasa e revela um extremismo que criticamos em nosso contraditório. Tomemos cuidado para não virarmos eles com outra roupagem.

      1. Daniel Magno Baptista
        Daniel Magno Baptista

        Concordo, Marcos…tem que tirar esse filtro bobo de política onde apenas se trata de arte. Esses leões de teclado resumem suas vidas a uma tela de smartphone.

    2. Jota Dabliu
      Jota Dabliu

      Eis que concordo, visto que o sogro do cara é retratado como um republicano boçal. Woody Allen é um gênio, tremenda cultura cinematografica, mas quando sai do romance e resvala para a política mostra seu lado ingênuo de democrata bobāo. A esquerda de hj, como a de ontem, é tão ignorante que não vai entender pilssas do filme.

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