Em evento restrito realizado no Milken Institute, em Washington, Michael Jensen, diretor da Casa Branca, alertou empresários sobre o cenário político desfavorável no Brasil.
Jensen, diretor sênior para o Hemisfério Ocidental no Conselho de Segurança Nacional e responsável pelas relações dos EUA com a América Latina, orientou investidores norte-americanos a evitarem o país no momento.
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Durante sua fala, nesta terça-feira, 9, Jensen mencionou dificuldades impostas por decisões judiciais e criticou juízes que “colocam pessoas na cadeia sem prisão, tentam tirar direitos constitucionais de cidadãos dos Estados Unidos, que roubam dinheiro das empresas”.
Diretor da Casa Branca diz que Brasil “não é um ambiente que recomendamos a ninguém”
Ele não citou nomes, segundo o Poder360, que acompanhou a reunião. Mas parece uma referência clara ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, sancionado pelos EUA com a Lei Magnitsky, que impede instituições financeiras que atuam em território norte-americano de terem relação comercial com o magistrado. Ele foi sancionado como violador de direitos humanos, especialmente por ordens ilegais de censura contra empresas e cidadãos norte-americanos e residentes no país.

Michael Jensen prosseguiu: “As oportunidades estão limitadas pela política. Infelizmente. Quando o governo dos Estados Unidos tem de intervir em favor de empresas dos Estados Unidos contra juízes fora do controle, esse não é o tipo de ambiente que recomendamos a ninguém. Portanto, oportunidades agora são limitadas pelo ambiente político”, disse Jensen.
O diretor da Casa Branca, que também é tenente-coronel reformado da Força Aérea dos Estados Unidos, falou aos presentes no Fórum de Desenvolvimento do Lide, ressaltando que o contexto político brasileiro reduz a atratividade para novos aportes.
Leia também: O tirano do Brasil, reportagem de Cristyan Costa e Silvio Navarro publicada na Edição 280 da Revista Oeste





































Aguardem, pois nem na metade a desgraça chegou…
Pois é, e o abjeto supremo com sua corte fétida acham que isolar o Brasil do mundo livre é ato democrático
Ele tem razão, investir em um país onde até o passado é incerto, se torna muito perigoso.
As coisas ainda vão piorar muito antes de melhorar