A abertura da Copa do Mundo de 2026 foi marcada por protestos e forte esquema de segurança na Cidade do México nesta quinta-feira, 11. Manifestantes ligados a diferentes movimentos sociais realizaram atos nas proximidades do Estádio Azteca, local da partida inaugural do torneio em que a seleção anfitriã venceu a África do Sul por 2 a 0.
Professores e integrantes de organizações sociais participaram das manifestações. Os grupos aproveitaram a visibilidade internacional da Copa para pressionar o governo mexicano por respostas relacionadas a temas como narcotráfico, reforma das aposentadorias e condições de trabalho dos docentes. O país é comandado pela presidente Claudia Sheinbaum Pardo, alinhada à esquerda.
Copa e confronto nas ruas
Em alguns pontos da capital mexicana, houve confrontos entre manifestantes e forças de segurança. Segundo a imprensa local, policiais e integrantes de grupos radicais entraram em choque nas proximidades do estádio durante a abertura do Mundial. Imagens mostram policiais sendo agredidos.
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As autoridades mexicanas montaram uma grande operação para garantir a realização da cerimônia e do jogo de estreia. O acesso ao Estádio Azteca foi restrito a torcedores com ingressos, moradores credenciados e veículos autorizados, enquanto milhares de agentes foram mobilizados para reforçar a segurança na cidade.
Diante do clima de tensão, a segurança interveio de forma enérgica. Agentes usaram escudos para obrigar o deslocamento dos manifestantes que reagiram derrubando grades de contenção e atirando objetos sobre os oficiais. Há registro de vários feridos, incluindo policiais.
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