Defensoria da União aconselha que Brasil ofereça abrigo para 400 afegãos perseguidos

Itamaraty argumenta que ainda não há 'base legal para a concessão de visto'
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Até agosto, quase metade do PIB do Afeganistão vinha de ajuda externa | Foto: Reprodução/Twitter
Até agosto, quase metade do PIB do Afeganistão vinha de ajuda externa | Foto: Reprodução/Twitter

A Defensoria Pública da União (DPU) recomendou que o governo brasileiro acolha 400 pessoas que tentam deixar o Afeganistão devido à perseguição do Talibã. A ideia seria manter o grupo no país até que seus pedidos de imigração para os Estados Unidos sejam julgados. Além disso, o órgão também sugere que o Ministério da Defesa use aviões da Força Aérea para resgatar pessoas em situação de risco no território.

Leia mais: “Mortos nos ataques terroristas em Cabul passam de 100”

Em resposta, o Itamaraty afirma que ainda não há “base legal para a concessão de visto para acolhida humanitária de cidadãos do Afeganistão”. Depois do atentado terrorista à bomba que deixou dezenas de mortes e centenas de feridos no país, o Ministério das Relações Exteriores emitiu nota condenando o ato “nos mais fortes termos” e exortou “todos os atores envolvidos a garantir a proteção dos civis, o respeito ao Direito Internacional Humanitário, inclusive o acesso desimpedido da ajuda humanitária”.

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