A estimativa de queda da maior economia europeia foi feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica (IFO), baseado em Munique

A economia da Alemanha, a maior da Europa, não deve se recuperar da crise causada pelo coronavírus antes do fim de 2021. Quem afirma isso é o Instituto de Pesquisa Econômica (IFO), um think tank baseado em Munique.
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Para o instituto, a economia alemã, a quarta maior do mundo, deve sofrer retração de 6,6% em 2020. O IFO estima declínio de 12,2% no segundo trimestre. No primeiro, a queda foi de 1,9%.
De acordo com o portal Deutsche Welle, diversos segmentos da economia estão sendo afetados, como os de turismo, aviação, hotelaria e restaurantes. A industria automobilística e o setor de lazer também vêm sofrendo intensas perdas.
As indústrias farmacêutica e química, muito fortes na Alemanha, estão apresentando crescimento. As ações da Bayer ajudaram na alta das bolsas europeias no início da semana.
Com o fim paulatino das medidas de isolamento, espera-se que a economia volte a crescer de forma gradual a partir do terceiro trimestre. Para auxiliar na retomada, e ajudar na preservação de empresas e indústrias, o governo alemão aprovou um pacote de € 1,1 trilhão para políticas de enfrentamento da crise causada pelo coronavírus.





































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