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Eleições EUA: democratas mantêm maioria no Senado

Vitórias nos Estados de Nevada e Arizona deram o controle ao partido de Biden

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Os democratas conquistaram o controle do Senado, com a vitória apertada da senadora Catherine Cortez Masto, de Nevada, que derrotou Adam Laxalt, um ex-procurador-geral republicano.

Na sexta-feira 11, o democrata Mark Kelly havia derrotado seu rival republicano Blake Masters no Arizona — outra vitória importante para o partido do presidente americano Joe Biden.

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Com esse resultado, os democratas passam a ter 50 cadeiras no Senado e os republicanos, 49. A vaga na Geórgia ainda está em aberto e haverá um segundo turno em 6 de dezembro. Mas o resultado deste pleito não vai mudar o fato de que os democratas controlarão o Senado a partir do ano que vem. Mesmo que os republicanos ganhem na Geórgia, empatando o número de vagas no Senado entre os partidos, caberá à vice-presidente democrata Kamala Harris votar em caso de empates nas decisões legislativas.

“Eu não estou surpreso com o comparecimento às urnas”, disse Biden após as projeções de vitórias democratas. “Estou incrivelmente satisfeito. E acho que isso é um reflexo da qualidade de nossos candidatos.”

Mas mesmo com a derrota no Senado, os republicanos ainda devem conquistar a maioria da Câmara dos Representantes — a outra casa do Congresso americano — o que seria suficiente para barrar a agenda política de Joe Biden, que caminha para o final do mandato.

Leia também: “Um novo Ronald para a América”, texto publicado na edição 138 da Revista Oeste

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3 comentários
  1. Daniel Angelo Passaia
    Daniel Angelo Passaia

    se salvaram por pouco (com a Câmara baixa). Vão ter o poder de barganhar e segurar o fraquíssimo Biden.

  2. José Camargo
    José Camargo

    É incrível como a esquerda ganha eleições mesmo quando está em baixa ou até mesmo quando tem um candidato ladrão disputando.Só tem uma explicação:fraude nas urnas.

  3. Daniel BG
    Daniel BG

    Isso que vemos nas eleições americanas é, certamente, um ponto para os democratas, mas está ainda longe de (e talvez nunca chegue a) ser uma ameaça comunista como a que temos aqui.
    Houve uma alusão à Bolsonaro como se fosse o Trump brasileiro, mas é uma comparação leve e apenas comparativa, devido à polarização de nossa política após os atos contínuos do STF, desde a desconstrução da Lava Jato, passando pelas anulações dos processos criminais onde Lula era comprovadamente participante, ao beneficiamento de muitos presos da Lava Jato que conseguiram liberdade imediata, inclusive o ex presidente, até a pavimentação imoral do STF e TSE que colocaram Lula no poder executivo novamente.
    Ainda estamos nas ruas e queremos a liberação do código-fonte das urnas para as Forças Armadas poderem fazer uma auditoria mais consistente.

    Tenho desprezo pela maioria dos nossos congressistas que poderiam ter evitado isto.

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