Após atritos, presidentes sul-americanos conversam por telefone

Antes, ao falar com opositores de Piñera, Fernández disse que a esquerda tem que "recuperar o poder" no Chile.
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Dias antes, ao falar com opositores do chileno Sebastián Piñera, o argentino Alberto Fernández dissera que a esquerda tem de “recuperar o poder” no Chile

Os presidentes Sebastián Piñera, do Chile, e Alberto Fernández, da Argentina
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Após atritos entre os governos da Argentina e do Chile, os presidentes Alberto Fernández e Sebastián Piñera conversaram por telefone nesta segunda-feira, 27.

Os dois se falaram por cerca de 45 minutos e concordaram em continuar “colaborando em questões de interesse comum”.

Na última sexta-feira, 24, o argentino fez uma chamada de vídeo com políticos da oposição chilena, a quem ele pediu para “resolver as diferenças para recuperar o poder”.

A videoconferência foi feita no âmbito de uma reunião do Grupo de Puebla, em que participaram políticos da esquerda chilena, além dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e outros líderes da esquerda latino-americana.

Por causa das declarações, no domingo, Santiago acusou Buenos Aires de ingerência em seus assuntos internos. O Ministério das Relações Exteriores do Chile chegou a dizer que o governo ficou “espantado” com as declarações do peronista.

Segundo comunicado da Presidência argentina, Fernández e Piñera concordaram que o impacto do coronavírus “mudou a economia” e que ambos os países estão enfrentando “os mesmos dois adversários: a pandemia e a recessão”.

De acordo com a Casa Rosada, na ligação Piñera disse a Fernández: “Vamos manter nosso bom relacionamento, que é essencial”.

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3 comentários

  1. Os argentinos nao merecem o mesmo sofrimento de Cubanos e Venezuelanos. Para que isto não ocorra, eles devem lutar bravamente e rejeitar qualquer medida autoritária, que ameace a Liberdade e a Democracia.

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