Empresas chinesas não podem mais ser listadas na Bolsa americana

Medida aumenta tensão entre os dois países, que vêm se desentendendo desde o começo da pandemia de coronavírus [caption id="attachment_267279" align="aligncenter" width="1280"] O senador John Kennedy quer as empresas chinesas…
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O senador John Kennedy quer as empresas chinesas fora da Bolsa dos Estados Unidos  |  Foto: Treasurer Ron Henson / Wikimedia Commons
O senador John Kennedy quer as empresas chinesas fora da Bolsa dos Estados Unidos | Foto: Treasurer Ron Henson / Wikimedia Commons

Medida aumenta tensão entre os dois países, que vêm se desentendendo desde o começo da pandemia de coronavírus

O senador John Kennedy quer as empresas chinesas fora da Bolsa dos Estados Unidos | Foto: Treasurer Ron Henson / Wikimedia Commons
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Nesta quarta-feira, o Senado americano aprovou, por unanimidade, lei que impede algumas empresas chinesas de serem listadas na Bolsa de Nova York.

Isso aumenta ainda mais a tensão existente entre os dois países, que vêm se desentendendo desde o início da pandemia de coronavírus.

O projeto, que uniu o republicano John Kennedy e o democrata Chris Van Hollen, exige que as empresas que queiram entrar na Bolsa demonstrem que não são controladas por um governo estrangeiro.

Nos Estados Unidos, se a empresa não pode atestar que não é controlada por um outro país ou se o Conselho de Supervisão Contábil de Empresas Abertas não puder auditar a companhia por três anos consecutivos para determinar isso, os valores mobiliários dela são banidos das operações em Bolsa.

Kennedy afirma não querer uma nova Guerra Fria, mas que a China apenas cumpra as regras.

A tensão entre Estados Unidos e o país asiático cresce desde que o presidente Donald Trump passou a afirmar que a principal culpada pela pandemia de coronavírus é a China. Nesta quarta-feira, Trump retomou seus ataques à gestão da crise e disse que a “incompetência” chinesa foi o que causou um “massacre global”.

O Partido Republicano tem criado uma série de projetos de lei voltados a punir a China pela falta de transparência com informações sobre a pandemia ou proativa na restrição de viagens, desde que se detectou o vírus pela primeira vez em Wuhan.

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