A Democratic Socialists of America (DSA), organização política de esquerda dos Estados Unidos, deve orientar parte das cobranças ao prefeito eleito de Nova York, Zohran Mamdani. Documentos internos, que se tornaram públicos depois de uma reunião no início deste mês, mostram que o grupo prepara uma lista de exigências.
O plano dos esquerdistas consiste principalmente em pressionar a gestão novaiorquina contra pessoas com vínculos ao Estado de Israel. A coordenação pretende defender, por exemplo, a suspensão de contratos com empresas que mantêm negócios no país e a retirada de recursos de bancos que ajudam financeiramente o país sob a liderança de Benjamin Netanyahu.
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Nova York e os poderes de influência
Além disso, o planejamento sugere medidas como o desinvestimento de fundos de pensão municipais em títulos e ativos ligados a Israel. O grupo também discute a proibição de produtos israelenses em mercados que a futura administração pretende criar. Os debates começaram ainda no fim de setembro, quando integrantes da DSA buscavam garantir que Mamdani manteria posições alinhadas ao movimento depois de tomar posse.
Outras propostas incluem investigar corretores imobiliários suspeitos de promover vendas ilegais de terras na Cisjordânia, bem como retirar benefícios fiscais de organizações que arrecadam recursos para as Forças de Defesa de Israel. Há, da mesma forma, a intenção de encerrar programas de treinamento da polícia de Nova York com militares israelenses. Outra sugestão é desmontar um conselho econômico criado pelo atual prefeito para fortalecer laços com Israel.
Leia também: “Um muçulmano socialista em Nova York”, artigo de Rodrigo Constantino publicado na Edição 295 da Revista Oeste
Críticos afirmam que o conjunto de demandas reforça um viés contrário à comunidade judaica da cidade. Para o deputado estadual Kalman Yeger, representante democrata do Brooklyn, a atuação do grupo ignora desafios locais urgentes, como educação, segurança pública e orçamento municipal. Segundo ele, o discurso da DSA concentra-se principalmente em temas do Oriente Médio.
Mamdani apoiou o movimento de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) ao longo da carreira política. Durante a campanha, condenou o antissemitismo e buscou diálogo com líderes judaicos. No entanto, manteve sua posição de que Israel não deveria existir como Estado nacional judaico e evitou reprovar slogans que pedem sua dissolução. O futuro prefeito assume em janeiro.
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Velocidade total para o ralo …
Vai virar cidade fantasma !
Ele se juntou à escória de Nova York para ganhar votos.
Aguardem para ver as canalhices que irá fazer…
Terríveis problemas à vista……
Pobre dos judeus que deixaram o Brasil ,desde a saída de Nassau. Enriqueceram NY e serão perseguidos.
Que mundo louco ! Fora da curva . Agenda woke ! MAGA ! Tem que
trabalhar muiiiiitoooooo