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Estados Unidos atacam Houthi com bombardeiros no Iêmen

Segundo autoridades de defesa norte-americanas, os alvos da ofensiva foram instalações de armazenamento de armas do grupo terrorista

Ofensivas dos Estados Unidos tinham como alvos instalações de armazenamento de armas | Foto: Reprodução/Twitter/X
Ofensivas dos Estados Unidos tinham como alvos instalações de armazenamento de armas | Foto: Reprodução/Twitter/X

Os Estados Unidos fizeram uma série de ataques contra o grupo Houthi no Iêmen, apoiados pelo Irã, na noite desta quarta-feira, 16. A informação foi confirmada por autoridades de defesa norte-americanas.

As ofensivas tinham como alvo instalações de armazenamento de armas, que incluíam instalações subterrâneas.

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Segundo as autoridades, as instalações continham armas convencionais usadas para atingir embarcações militares e civis no Mar Vermelho e no Golfo de Áden.

Os ataques foram realizados por bombardeiros B-2 Spirit. Esta foi a primeira vez que os Estados Unidos usaram o bombardeiro estratégico (stealth, em inglês) para atacar o Houthi no Iêmen desde o início dos ataques norte-americanos.

Plataforma usada no ataque pelos Estados Unidos tem maior capacidade

O B-2 é uma plataforma significativamente maior do que os jatos de combate utilizados até o momento para atingir instalações e armas do Houthi. Ela é capaz de transportar cargas de bombas mais pesadas.

Leia também: “EUA enviam sistemas antimísseis para Israel em resposta a ataques iranianos”

O ataque ao grupo terrorista apoiado pelo Irã ocorre em um momento de grande tensão na região. A expectativa é que Israel retalie a recente ofensiva de mísseis do país antes da eleição norte-americana. Enquanto isso, conflitos com o Hezbollah, no Líbano, e o Hamas, em Gaza, continuam em andamento.

O ataque desta quarta-feira é o mais recente de uma série de ofensivas do Houthi e dos Estados Unidos. O grupo terrorista tem feito lançamentos constantes a navios comerciais e ativos da Marinha na região.

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1 comentário
  1. arnaldo botelho barbosa
    arnaldo botelho barbosa

    Penso que já passou da hora de os EEUU intervirem com o seu poderio militar naquela região responsável pelo escoamento de petróleo e outras materias vitais para o ocidente, inclusive para o nosso país.

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