Os Estados Unidos (EUA) realizaram, nesta quarta-feira, 17, um novo ataque militar contra uma embarcação no Oceano Pacífico. A ação resultou na morte de quatro pessoas, segundo informações divulgadas por autoridades militares norte-americanas. A manobra ocorreu em águas internacionais e faz parte de uma ofensiva mais ampla conduzida por Washington contra alvos considerados suspeitos de atuar em rotas marítimas ilícitas.
De acordo com o Comando Sul das Forças Armadas dos EUA, a embarcação estava sob monitoramento de sistemas de inteligência e se projetou como ameaça à segurança regional. O ataque foi feito depois de uma avaliação de que o navio estaria ligado a atividades criminosas transnacionais, incluindo o transporte ilegal de cargas. Nenhum militar norte-americano ficou ferido durante a operação.
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EUA: objetivo é desarticular redes criminosas
O bombardeio se soma a outras ações recentes realizadas no Pacífico e no Caribe, regiões estratégicas para o tráfego marítimo internacional. O governo dos EUA sustenta que essas operações visam a desarticular redes que utilizam o mar para movimentar drogas, armas e recursos financeiros, considerados fontes de financiamento de organizações criminosas e grupos hostis aos interesses dos EUA.
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Autoridades de Defesa afirmam que a campanha se intensificou principalmente nos últimos meses e já incluiu dezenas de intervenções semelhantes. Segundo o discurso oficial, o uso da força é necessário diante da dificuldade de interceptação dessas embarcações por meios convencionais e da resistência apresentada por seus ocupantes.
A operação, no entanto, gerou críticas de especialistas em Direito Internacional e de organizações de direitos humanos. Esses grupos questionam a legalidade dos bombardeios em águas internacionais e alertam para o risco de mortes sem o devido processo legal.
O governo dos Estados Unidos reafirmou que continuará adotando medidas militares para proteger suas rotas comerciais e conter atividades ilícitas no mar. Segundo autoridades, novas operações não estão descartadas, enquanto persistirem ameaças consideradas relevantes à segurança nacional e regional.
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