EUA compram todas as vacinas contra covid-19 da Pfizer em 2020

Decisão vem após Pfizer e BioNTech anunciarem resultados positivos nos estudos da vacina experimental que desenvolvem juntas
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Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump | Foto: Shealah Craighead
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump | Foto: Shealah Craighead

Decisão vem após Pfizer e BioNTech anunciarem resultados positivos nos estudos da vacina experimental que desenvolvem juntas

Donald Trump
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump | Foto: Shealah Craighead

Os Estados Unidos fecharam nesta quarta-feira, 22, um acordo com as farmacêuticas Pfizer e BioNTech para comprar, ainda em 2020, 100 milhões de doses da vacina contra a covid-19.

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As empresas avisaram que não devem conseguir produzir mais do que essa quantidade neste ano.

Comunicado emitido pelas farmacêuticas informa que o governo norte-americano fez um pedido inicial de 100 milhões de doses e vai desembolsar um total de US$ 1,95 bilhão por elas, após a aprovação da profilaxia pela Agência de Alimentos e Drogas dos EUA.

O acordo firmado ainda prevê entrega de até 600 milhões de doses aos Estados Unidos durante o ano seguinte.

Pfizer e BioNTech planejam produzir 100 milhões de doses — ou seja, o valor já contratado pelos EUA — até o final de 2020 e “potencialmente” mais de 1,3 bilhão de doses ao longo de 2021, o que deve ser entregue ao restante do mundo.

“Estamos comprometidos em tornar o impossível possível, trabalhando incansavelmente para desenvolver e produzir em tempo recorde uma vacina segura e eficaz para ajudar a pôr fim à crise global de saúde”, disse Albert Bourla, presidente e CEO da Pfizer.

Resultados positivos

Na última segunda-feira, dia 20, Pfizer e BioNTech anunciaram resultados positivos nos estudos da vacina experimental que desenvolvem juntas.

De acordo com as farmacêuticas, verificaram-se respostas imunes “fortes”, e em velocidade anterior ao prazo estimado, das chamadas células T, consideradas fundamentais para proteger um organismo do novo coronavírus.

A pesquisa, que ainda precisa ser avaliada por pares para posterior publicação em revista científica, não registrou efeitos colaterais graves em indivíduos que receberam a vacina.

Com informações do Estadão Conteúdo

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