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EUA hasteiam bandeira na embaixada na Venezuela depois de sete anos

O hasteamento representa o restabelecimento da ligação formal entre Washington e o governo venezuelano

eua venezuela
O Departamento de Estado norte-americano informou, em nota, que a decisão de retomar as relações deve favorecer ações para estabilizar a Venezuela | Foto: Reprodução/Redes sociais

Depois de sete anos sem relações diplomáticas, a embaixada dos Estados Unidos em Caracas voltou a hastear a bandeira norte-americana, neste sábado, 14.

O hasteamento representa o restabelecimento da ligação formal entre Washington e o governo venezuelano.

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Autoridades norte-americanas retiraram o símbolo nacional dos Estados Unidos em 14 de março de 2019, durante o primeiro mandato de Donald Trump, quando o país decidiu romper relações com a Venezuela. Desde então, a representação diplomática permaneceu fechada.

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Laura Dogu, encarregada de Negócios dos EUA no país, compartilhou o momento do hasteamento da bandeira nas redes sociais.

“Na manhã de 14 de março de 2019, a bandeira norte-americana foi arriada pela última vez na Embaixada dos EUA em Caracas”, disse. “Nesta manhã, sete anos depois, minha equipe e eu a hasteamos novamente.”

Ela definiu o momento como o início de “uma nova era” nas relações entre os dois países.

Restabelecimento das relações entre os países

A reabertura da embaixada ocorre semanas depois do anúncio conjunto sobre o restabelecimento dos laços diplomáticos e consulares.

A iniciativa faz parte de um processo de aproximação política e econômica depois da intervenção militar dos EUA, que culminou na captura do ex-ditador Nicolás Maduro em Caracas, em 3 de janeiro deste ano.

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Expectativas para a Venezuela

O Departamento de Estado norte-americano informou, em nota, que a decisão de retomar as relações deve favorecer ações para estabilizar a Venezuela e estimular sua recuperação econômica.

O governo dos EUA também declarou que busca contribuir para um processo gradual que viabilize uma transição política pacífica e a formação de um governo eleito democraticamente no país.

Leia também: “Narcoterrorismo nas Américas”, artigo de Ana Paula Henkel, publicado na Edição 313 da Revista Oeste

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