Equipes de resgate retiraram um piloto norte-americano de um caça F-15E depois da queda da aeronave no Irã. A emissora norte-americana Fox News divulgou as informações. As buscas pelo segundo tripulante continuam, segundo uma fonte.
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Este é o primeiro registro conhecido de perda de aeronave dos Estados Unidos em território iraniano desde o início da operação militar, em 28 de fevereiro.
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O incidente ocorreu durante uma campanha aérea que já soma cerca de 13 mil voos de combate em cinco semanas. Três caças F-15 já haviam sido perdidos em episódio anterior de fogo amigo no Kuwait.

A Guarda Revolucionária Islâmica afirmou ter abatido o caça no centro do Irã, em região montanhosa de Kohgiluyeh, na Província de Boyer-Ahmad. A mídia estatal iraniana também divulgou a informação.
Buscas mobilizam aeronaves em território iraniano
O governo norte-americano notificou os líderes do Congresso sobre o caso. O Comando Central, responsável pelas operações no Oriente Médio, ainda não confirmou o incidente.
Imagens mostram aeronaves HC-130 e helicópteros HH-60 Black Hawk em baixa altitude no território iraniano, o que indica operação de busca e resgate. As Forças de Defesa de Israel suspenderam ataques enquanto as buscas estão em andamento.
Missões de resgate em território hostil estão entre as mais arriscadas em operações militares. Essas ações exigem atuação em áreas sob defesa aérea inimiga. Pilotos norte-americanos passam por treinamento de sobrevivência, evasão, resistência e fuga para evitar captura em território adversário.
O F-15E Strike Eagle é um caça biposto voltado a missões de ataque de longo alcance. A aeronave transporta munições guiadas de precisão. A tripulação inclui piloto e oficial de sistemas de armas.
A mídia estatal iraniana divulgou imagens que supostamente mostram destroços da aeronave, incluindo o assento ejetor. A Fox News não verificou a autenticidade do material.
Autoridades dos EUA afirmam que mantêm controle do espaço aéreo iraniano. O recente envio de bombardeiros B-52 reforça essa avaliação.
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