Medidas adotadas pelo governo dos EUA passaram a limitar a concessão de vistos para determinados cidadãos de países da América Central, sob suspeita de colaboração ativa com o Partido Comunista Chinês.
Ao anunciar a decisão nesta quinta-feira 4, o secretário de Estado Marco Rubio ressaltou a preocupação da Casa Branca com a atuação dos chineses na região e os riscos que eles representam para a estabilidade local.
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Segundo Rubio, as restrições atingem pessoas consideradas responsáveis por agir deliberadamente em nome do Partido Comunista Chinês. As restrições também atingem quem já tenha se envolvido em ações semelhantes anteriormente.
O secretário evitou divulgar nomes ou detalhar exemplos das condutas sob investigação, mantendo o foco na amplitude da medida.
“Os Estados Unidos estão comprometidos em combater a influência corrupta da China na América Central”, afirmou Rubio pelas redes sociais. “O Departamento de Estado dos EUA anuncia uma nova política de restrição de vistos que restringirá a concessão de vistos americanos a cidadãos centro-americanos e seus familiares próximos que estejam agindo intencionalmente em nome do Partido Comunista Chinês e ameaçando a estabilidade da nossa região.”
O objetivo da medida dos EUA é conter a influência da China
Rubio ressaltou a posição do presidente Donald Trump ao dizer que “essas ações reafirmam o compromisso do presidente norte-americano em proteger a prosperidade econômica dos EUA e os interesses de segurança nacional”.
O secretário reforçou que o governo dos Estados Unidos seguirá responsabilizando cidadãos da América Central envolvidos em esforços para desestabilizar o hemisfério com apoio do Partido Comunista Chinês.
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“Continuamos a utilizar todas as ferramentas disponíveis para promover a segurança de nossa região”, afirmou.
Por fim, Rubio reiterou a determinação dos EUA em conter a influência chinesa na América Central.
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