Em meio a um impasse que provocou atrasos em viagens e afetou milhares de trabalhadores, o Senado dos Estados Unidos (EUA) aprovou por unanimidade, nesta sexta-feira, 27, o financiamento para a maior parte das operações do Departamento de Segurança Interna (DHS). O grupo deixou de fora o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) e parte da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP).
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O acordo cobre agências como a Administração de Segurança de Transportes (TSA) e a Guarda Costeira norte-americana. Contudo, ainda depende da aprovação da Câmara dos Representantes para que haja a retomada das atividades dessas áreas. O bloqueio orçamentário gerou frustração no Congresso e interrompeu salários em setores essenciais do DHS.
Foco nas negociações e nos bastidores do Senado dos EUA

Depois de negociações interrompidas na noite desta quinta-feira, 26, os senadores buscaram consenso para garantir o funcionamento das áreas que conseguiram aprovar. O líder da maioria no Senado, John Thune, do Partido Republicano de Dakota do Sul, declarou que o intuito é “executar o máximo possível do orçamento do Departamento de Segurança Interna nesta noite e, em seguida, financiaremos o restante mais tarde”.
Segundo Thune, a votação contempla todas as áreas, exceto ICE e CBP. Ele acredita que a parte da alfândega já foi liberada, mas não a da patrulha da fronteira. O republicano lembrou que o partido já haviam proposto, no ano anterior, um pacote para garantir recursos ao ICE e à patrulha de fronteira: “A boa notícia é que previmos isso há um ano”, explicou.
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O senador também relatou que conversou com o presidente Donald Trump antes do anúncio sobre a autorização para que o DHS pague salários à equipe da TSA, mesmo com o departamento sem orçamento aprovado. “Conversei com ele hoje mais cedo, pouco antes de ele fazer o anúncio”, disse. “Então, sim, quero dizer, ele está de acordo com o que estamos tentando fazer aqui.”
Questionado sobre o posicionamento da Câmara dos Representantes diante do novo acordo, Thune respondeu que não sabe como os deputados vão agir. “A Câmara está ciente do que estamos considerando, eu acho”, concluiu.






































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