A ex-diretora do Black Lives Matter Tashella Sheri Amore Dickerson, de 52 anos, foi indiciada por desvio de US$ 3 milhões, o que corresponde a mais de R$ 15 milhões. A denúncia formal foi levada ao Grande Júri de Oklahoma pelo procurador federal Robert J. Troester, informou o Departamento de Justiça dos EUA. Ele acusa Dicerson de crimes como fraude eletrônica e lavagem de dinheiro.
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Ex-diretora executiva do Black Lives Matter de Oklahoma desde 2016, ela tinha acesso total a contas bancárias e plataformas digitais da organização que se popularizou e patrocinou ações violentas nos Estados Unidos, depois da morte de George Floyd em maio de 2020
O processo aponta que o BLM não tinha registro como entidade sem fins lucrativos, mas recebia doações por meio da Alliance for Global Justice (AFGJ), sediada no Arizona, que atuava como patrocinadora fiscal. A AFGJ exigia prestação de contas detalhada e restringia o uso dos recursos conforme as diretrizes federais, proibindo aquisição de imóveis sem autorização prévia.
Total arrecadado pelo Black Lives Matter

Durante os protestos de 2020, a entidade arrecadou mais de US$ 5,6 milhões (mais de R$ 25 milhões), principalmente de fundos nacionais de fiança, como Community Justice Exchange e Minnesota Freedom Fund. Esses recursos deveriam ser usados para pagar fianças de manifestantes presos e, em alguns casos, poderiam ser destinados a um fundo rotativo ou a projetos sociais, desde que respeitada a legislação local.
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A acusação relata que, a partir de junho de 2020 até pelo menos outubro de 2025, Dickerson teria desviado cerca de US$ 3,15 milhões em cheques de fiança para contas pessoais.
Como a ex-diretora fraudou e desvio valores para uso pessoal
Os valores teriam sido utilizados para viagens ao exterior, compras em varejo, gastos com alimentação para familiares, aquisição de veículo e compra de seis imóveis em Oklahoma City, registrados em seu nome ou no da Equity International, sob seu controle.
Também de acordo com a denúncia, Dickerson enviou relatórios anuais falsos à AFGJ, por meios eletrônicos interestaduais, informando uso regular dos fundos e omitindo o desvio para fins pessoais.
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Em 3 de dezembro de 2025, o Grande Júri federal apresentou 25 acusações contra ela, incluindo 20 de fraude eletrônica e cinco de lavagem de dinheiro. Cada crime de fraude eletrônica pode resultar em até 20 anos de prisão e multa de até US$ 250 mil; para lavagem de dinheiro, a pena pode chegar a dez anos e multa semelhante, podendo dobrar conforme os valores envolvidos.
Leia também: Como o Black Lives Matter se tornou um grande negócio, artigo de Tom Slater, da Spiked, publicado na Edição 109 da Revista Oeste




































Black Lives doesn’t matter. Golpe sobre golpe. Igual um país que conheço.
Logo a esquerda bostileira manifesta o apoio dizendo que é “feiquinius”, culpa do racismo estrutural, perseguição, aquecimento global e etc…
Defender e todo tipo de tranqueira é o que a esquerda faz de melhor.
Rede Goebbels é capaz de dedicar algumas horas de programação pra fazer um desagravo. 😆
Not always but always…
Nossa! que novidade uma esquerdista desviando dinheiro, não acredito.
São duas atividades onde os esquerdistas são muito competentes : mentir e roubar !
Espero a manifestação da esquerda brasileira.