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Ex-presidente do Peru é acusado de 3 crimes em escândalo de vacinas

Martín Vizcarra pode responder por crime contra a administração pública, extorsão e recebimento de vantagem indevida
Martín Vizcarra, ex-presidente do Peru, não tem motivos para sorrir
Martín Vizcarra, ex-presidente do Peru, não tem motivos para sorrir | Foto: Reprodução/Fotos Públicos

O Ministério Público do Peru abriu investigação preliminar contra o ex-presidente do país Martín Vizcarra por crime contra a administração pública, extorsão e negociação incompatível ou proveito do cargo. O ex-mandatário foi vacinado contra a covid-19 em outubro de 2020, quando o plano de imunização não tinha começado no Peru. Na época, Vizcarra ainda era chefe de Estado. De acordo com o MP, a mulher do ex-presidente, Maribel Díaz, também foi imunizada. Vizcarra foi afastado do cargo em novembro, depois de um processo de impeachment. O MP acrescentou que interrogará, além do próprio político, a esposa dele, Maribel Díaz, e o chefe da equipe de investigação dos julgamentos da farmacêutica chinesa Sinopharm no país, Germán Málaga. Também são alvos o ex-primeiro-ministro Walter Martos, a ex-ministra da Saúde Pilar Mazzetti e o ex-ministro das Relações Exteriores Mário López. A Procuradoria também solicitou informações sobre o processo de testes da vacina à Universidad Peruana Cayetano Heredia (UPCH) e ao Instituto Nacional de Saúde (INS).

Leia também: “OMS aprova uso emergencial da vacina da Oxford contra a covid-19”

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