Facebook e Instagram avançam contra o tratamento precoce

Redes sociais vão pôr alertas em publicações a favor da terapêutica
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Redes sociais passaram a se tornar editoras de conteúdo
Redes sociais passaram a se tornar editoras de conteúdo | Foto: Divulgação/Flickr

Conteúdos sobre o tratamento precoce contra a covid-19 receberão um selo no Facebook e no Instagram, anunciou o CEO das empresas, Mark Zuckerberg, na terça-feira 13. O rótulo utilizará como fonte dados da Organização Mundial da Saúde. O informe acompanhará postagens específicas com o alerta: “Alguns tratamentos contra a covid-19 não aprovados podem causar danos graves.” Além disso, publicações “falsas” sobre e epidemia de coronavírus serão removidas da plataforma. Para fiscalizar o processo, o Facebook delegou a tarefa a agências de checagem. Quem publicar fake news sobre o assunto, será punido. Entre as penalidades está a limitação do alcance de material divulgado na rede social.

Terapêutica precoce

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Reportagens publicadas na Revista Oeste mostraram que cuidar da doença provocada pelo patógeno com antecedência ajuda a vencê-la. Pacientes com covid-19 que utilizaram medicamentos, como a cloroquina, a hidroxicloroquina e a azitromicina, tiveram melhora no quadro clínico. Cidades que optaram pela terapêutica registraram menos internações hospitalares, como Porto Feliz (SP).

“Dr. Cássio Prado sugere ‘mais leitura’ a quem ignora o tratamento precoce”

A verdade sobre as agências de checagem

“Com alianças estabelecidas com as corporações de redes sociais, a atuação das agências de checagem avançou sobre a terra de ninguém chamada newsfeed — espaço que reúne todo o conteúdo postado por qualquer usuário nessas plataformas. Incapazes de gerenciar o monstro que criaram, as social big techs — prioritariamente, o Facebook — delegaram aos fact checkers o poder de escolher o que pode circular nas redes”, observou a jornalista Ana Brambilla, em reportagem publicada na Edição 55 da Revista Oeste.

Na matéria, a especialista sustenta que a atuação dos gigantes de tecnologia em parceria com os fact checkers é o surgimento de uma nova classificação sobre credibilidade que as big techs estão promovendo. Atualmente, essas empresas escolhem quais veículos podem determinar o que é verdade ou mentira e, com base nessas decisões, quais informações serão difundidas massivamente para a audiência. Ou seja, os veículos escolhidos têm de fato a palavra final sobre os jornais tradicionais.

Leia também: “Checadores de ideias”, reportagem publicada na Edição 55 da Revista Oeste

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