O homem que disparou tiros perto da Casa Branca nesta quarta-feira, 26, e atingiu dois membros da Guarda Nacional foi identificado como Rahmanullah Lakanwal, um cidadão afegão de 29 anos. Ele é um imigrante ilegal nos Estados Unidos, informou a FoxNews.
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Ao citar fontes do Departamento de Segurança Interna (DHS), a emissora também informou que Lakanwal entrou nos EUA depois da retirada das tropas norte-americanas do Afeganistão e recebeu autorização humanitária. “Ele foi trazido de avião pela administração Biden em setembro de 2021 naqueles voos infames sobre os quais todos estavam falando”, declarou o presidente Donald Trump.
As autoridades estão investigando o tiroteio como um possível ato de terrorismo internacional. Investigadores do FBI confirmaram que os dois membros da Guarda Nacional da Virgínia Ocidental permanecem em estado crítico. Lakanwal foi baleado e preso depois do ataque.
Trump se manifesta nas redes sociais sobre ataque de afegão
Depois do ataque feito pelo afegão, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o autor dos disparos também ficou gravemente ferido e garantiu que haverá punição. “O animal que atirou nos dois membros da Guarda Nacional, ambos gravemente feridos e agora internados em hospitais diferentes, também está gravemente ferido, mas, independentemente disso, pagará um preço muito alto”, disse Trump.

Medidas de segurança
Como medida de segurança, a Casa Branca foi isolada depois do atentado. Trump, porém, já estava em Mar-a-Lago, na Flórida, desde segunda-feira 24, devido ao feriado nacional. Na manhã de quarta-feira, aproximadamente 2,2 mil soldados da Guarda Nacional estavam mobilizados em Washington, incluindo efetivos de outros Estados, como Louisiana, Ohio e Alabama, segundo a Reuters.
O vice-presidente J.D. Vance, que se encontrava em Fort Campbell no momento do ataque, pediu orações pelos soldados e ressaltou que a função dos militares é proteger o país. “Acho que é um lembrete sombrio de que os soldados, sejam eles da ativa, da reserva ou da Guarda Nacional, são a espada e o escudo dos Estados Unidos da América”.
O secretário de Guerra, Pete Hegseth, afirmou que Trump solicitou o envio de mais 500 soldados para reforçar a capital. Segundo ele, “isso só fortalecerá nossa determinação em garantir que Washington D.C. seja um lugar seguro e bonito”. Hegseth destacou que, “se criminosos quiserem cometer atos como esse, violência contra os melhores da América, nós jamais recuaremos”.
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