O Fundo de Investimento Público (FIP) da Arábia Saudita, que pertence ao governo do país, adquiriu 10% do segmento de metais básicos (níquel e cobre) da mineradora Vale. O mesmo grupo financeiro ganhou fama ao investir no campeonato de futebol daquele país, com as contratações de jogadores famosos, como Neymar e Cristiano Ronaldo.
O aporte do FIP na Vale é de US$ 2,6 bilhões, o equivalente a R$ 13 bilhões. A iniciativa tem o objetivo de diversificar os investimentos dos sauditas, que não querem ser mais vistos como dependentes do petróleo.
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Só jogador caro: estrelas brilham em campeonatos menos visados
O campeonato de futebol da Arábia Saudita tem chamado atenção de todo o mundo. A recente contratação de astros do esporte pelo fundo soberano saudita atraiu holofotes para o país.
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A ida de craques para equipes orientais, especialmente em fim de carreira, não é uma novidade. Por causa disso, a contratação de Neymar, do alto dos seus 30 anos, ganhou ainda mais destaque. As exigências e as regalias garantidas ao craque colocaram ainda mais tempero à aquisição.
O investimento pesado na liga nacional de futebol faz parte de uma estratégia mais ampla dos sheiks árabes, que pretendem diversificar sua economia.

Fundados e multiplicados com base na exploração do petróleo, os conglomerados sauditas buscam se antecipar a um futuro em que a agenda ecológica e ambiental rejeita cada vez mais os combustíveis fósseis.
É estratégico para a prosperidade dos sauditas, portanto, buscar outras fontes de receita. Tal é o objetivo do aporte bilionário do fundo soberano da Arábia Saudita na empresa brasileira Vale.






































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