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G7 reafirma apoio à Ucrânia, defende paz em Gaza e condena Irã por enriquecimento de urânio

Segundo comunicado, os países reforçaram o compromisso de trabalhar juntos para ajudar a alcançar uma 'paz duradoura' no leste europeu

Rússia e Ucrânia chegaram a elaborar um documento com termos favoráveis ao Kremlin, mas fracassaram com o crescente apoio ocidental a Kiev
Rússia e Ucrânia chegaram a elaborar um documento com termos favoráveis ao Kremlin, mas fracassaram com o crescente apoio ocidental a Kiev | Foto: Reprodução/X/@ManuelM97815580

Os ministros de Relações Exteriores do G7, grupo dos sete países mais industrializados do mundo, reafirmaram, neste sábado, 15, apoio “inabalável” à Ucrânia na defesa de sua liberdade, soberania, independência e integridade territorial. A definição ocorreu em reunião realizada às margens da Conferência de Segurança de Munique, na Alemanha.

Segundo comunicado, os países reforçaram o compromisso de trabalhar juntos para ajudar a alcançar uma “paz duradoura” e uma “Ucrânia forte e próspera”. Para tanto, reafirmaram a necessidade de desenvolver garantias de “segurança robustas” para que a guerra não comece novamente.

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O grupo relembrou medidas adotadas como o apoio ao financeiramente à Ucrânia por meio do uso de receitas extraordinárias provenientes de ativos soberanos russos, imposição de limites aos preços do petróleo e do gás e sanções contra a Rússia.

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O comunicado ainda defende uma “paz duradoura” entre israelenses e palestinos. Ratificando assim apoio à implementação total do cessar-fogo entre Israel e o grupo terrorista Hamas, incluindo a libertação de todos os reféns e a expansão da ajuda humanitária na Faixa de Gaza.

O grupo das sete maiores economias do mundo ainda condenou o que chamaram de “ações desestabilizadoras” do Irã. De acordo com o bloco, isso inclui “seu rápido avanço no enriquecimento de urânio sem justificativa civil confiável, sua facilitação de organizações terroristas e grupos armados no Oriente Médio e no Mar Vermelho, sua proliferação de mísseis balísticos e drones, e sua repressão transnacional e violação de direitos humanos fundamentais”.

G7 versus China

Segundo informou o Departamento de Estado dos Estados Unidos, o secretário Marco Rubio ressaltou o “desafio contínuo” da China aos interesses e segurança do grupo, e a “necessidade de defender nossas economias das práticas comerciais desleais da China”.

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Marco Rubio é o secretário de Estado dos EUA | Foto: Gage Skidmore/Wikimedia Commons

No comunicado, o G7 se opõe “fortemente às tentativas da China de restringir a liberdade de navegação por meio da militarização e de atividades coercitivas no Mar da China Meridional”.

O G7 é composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido.


Revista Oeste, com informações da Agência Estado

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