Governo de Israel ameaça punir professores que não se vacinarem

Educadores correm o risco de ficar sem pagamento
-Publicidade-
Executivo tenta administrar uma terceira dose de vacina
Executivo tenta administrar uma terceira dose de vacina | Foto: Divulgação/Flickr

O primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, fechou o cerco no entorno de professores que resistem à vacinação contra o novo coronavírus. Quem rejeitar o imunizante, perderá o salário, definiu o premiê, na quinta-feira 23.

Os educadores “rebeldes” serão considerados “trabalhadores ausentes” e não poderão dar aulas remotamente. A ordem do governo se estende a todos os funcionários das instituições de ensino que não cumprirem esses requisitos.

Pressão

-Publicidade-

A ameaça ocorre em meio à tentativa do Executivo de administrar uma terceira dose do imunizante no máximo possível de pessoas. Segundo Bennett, a ideia é evitar novos lockdowns e o que chamou de “quarta onda de covid-19”.

“Temos a capacidade de nos proteger através de uma terceira dose da vacina, e de viver em um país aberto e quase em pleno funcionamento, mesmo no meio da guerra contra a variante delta”, disse Bennett.

Leia também: “Cidadãos de 2ª classe, cobaias de 1ª”, artigo de Guilherme Fiuza publicado na Edição 78 da Revista Oeste

-Publicidade-
Conteúdo exclusivo para assinantes.

Seja nosso assinante!
Tenha acesso ilimitado a todo conteúdo por apenas R$ 19,90 mensais.

Revista OESTE, a primeira plataforma de conteúdo cem por cento
comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado.

Meios de pagamento
Site seguro
Seja nosso assinante!

Reportagens e artigos exclusivos produzidos pela melhor equipe de jornalistas do Brasil.