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A ativista sueca Greta Thunberg participou de um protesto em Berlim, no sábado, contra a conversão de uma fábrica da Rheinmetall para a produção de componentes militares. Durante o ato, ela exibiu um cartaz com a frase “Yalla Intifada”, o que gerou condenações de entidades pró-Israel e de combate ao antissemitismo, que associaram o termo às intifadas palestinas e a ataques contra civis israelenses.
A ativista sueca Greta Thunberg participou, no último sábado, 11, de um protesto em frente a uma fábrica da Rheinmetall, no distrito de Wedding, em Berlim. Os manifestantes protestaram contra a conversão da unidade para produzir componentes militares, entre eles peças para projéteis de artilharia de 155 milímetros.
Durante o ato, Thunberg exibiu um cartaz com a frase “Yalla Intifada”. Imagens divulgadas nas redes sociais repercutiram rapidamente e levaram entidades pró-Israel e organizações de combate ao antissemitismo a condenarem a manifestação.
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Entidades criticam slogan
O Movimento de Combate ao Antissemitismo (CAM, na sigla em inglês) afirmou que a expressão remete às intifadas palestinas, períodos que incluíram ataques contra civis israelenses.
Segundo a entidade, a Primeira Intifada, entre 1987 e 1993, provocou a morte de cerca de 200 israelenses. Já a Segunda Intifada, entre 2000 e 2005, reuniu atentados suicidas, tiroteios e outros ataques que deixaram mais de mil israelenses mortos.
Defensores do slogan, por outro lado, sustentam que “intifada” significa literalmente “revolta” ou “levante”, em tradução do árabe, e utilizam a expressão como um chamado à resistência, sem associá-la necessariamente a violência. Ainda assim, o histórico das duas intifadas mantém o termo no centro de controvérsias.
Thunberg ampliou sua atuação em defesa da causa palestina desde o início da guerra em Gaza. A ativista participou de manifestações, integrou flotilhas que tentaram chegar à Faixa de Gaza e acabou detida e deportada por Israel antes de alcançar o território.
Em dezembro de 2025, a polícia britânica prendeu Thunberg durante uma manifestação em Londres em apoio a integrantes do Palestine Action. Mais tarde, o Reino Unido proibiu o grupo, com base na legislação antiterrorismo.
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Tem gente que não precisa de exame psiquiátrico. Entrega de bandeja o diagnóstico.
Essa aí poderia ser sancionada pelos EUA como terrorista (afinal, ela está defendendo atos terroristas explicitamente). Aí queria ver a mobilidade dela depois disso
O pessoal tem muita tolerância com as loucuras e provocações. Uma coisa que não é clara é o retorno financeiro para fazer isso. Será que não tem ?
Dar palco para essa espertinha é uma tolice. Deixem ela falar o que quiser, mas o melhor é não dar palco para ela
“Follow the money”…