Grupos LGBTs são bloqueados em rede social chinesa

Na China, a homossexualidade é tema delicado e o casamento de pessoas do mesmo sexo é proibido
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Foto: Divulgação/WeChat
Foto: Divulgação/WeChat

Nesta quarta-feira, 7, grupos favoráveis aos direitos LGBT e ao feminismo foram cancelados na rede social chinesa WeChat. A censura atingiu páginas como a Gay Pride, da Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong, e aColorsWorld, da Universidade de Pequim. Ao tentar acessá-las, o usuário se depara com mensagem informando que “o conteúdo foi bloqueado, e o uso da conta, suspenso”, sob a  alegação de “reclamações relevantes”.

Na China, embora descriminalizada em 1997, a homossexualidade é um tema delicado e o casamento de pessoas do mesmo sexo é proibido.

Leia também: “Partido Comunista da China está construindo rede de silos de mísseis”

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6 comentários

  1. Quero ver os que entraram com pedido no STF para exigir que a CBF inclua nas camisas da seleção o nº 24 irem para a frente da embaixada chinesa protestar contra a iniciativa da suspensão da “comunidade” nas redes sociais chinesas. E que os brasileiros que estão na China que se sentiram atingidos pela medida façam um protesto, à caráter, na Praça da Paz Celestial.

  2. Exatamente, essa história do número 24 foi a maior imbecilidade que eu já vi. E olha que há muitas. Agora a China, que paga os meios de comunicação de todo mundo, pode fazer o q quiser, inclusive ser uma baita ditadura fazendo de conta que é super democrática. Ah se as pessoas boicotassem todos os meios de comunicação que recebem dinheiros de governos….

  3. Nunca pensei que ia dizer isso, mas vezes um pouco de comunismo até que é bom para arrumar a casa e abaixar a bola de algumas minorias que acham que sexualidade torna um ser humano mais importante que outros. O indivíduo deve ser respeitado por ser um ser humano e não pela sua orientação sexual, simples assim.

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