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Hackers atacam governos de Israel e da Palestina

Assim como mísseis, tanques e drones, computadores também são utilizados como armas na guerra

Hackers
Hackers são pessoas com habilidades avançadas em tecnologia e computação que podem agir de forma maliciosa para invadir sistemas, roubar informações ou causar danos | Foto: Reprodução/Pixabay

Os conflitos entre Israel e o grupo terrorista Hamas também se transformou em uma guerra cibernética. Grupos de hackers estão realizando ataques tanto contra o governo israelense quanto contra instituições palestinas.

Um especialista em cibersegurança identificado como Julian B no LinkedIn realizou um monitoramento e traçou uma linha do tempo, que mostra as ações de vários hackers durante a guerra, que iniciou no neste sábado 7.

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Segundo ele, no momento foi possível identificar a atuação de grupos como o ThreatSec (não se sabe qual a afiliação), Anonymous Sudan (aliado da Rússia), Killnet (aliado da Rússia) e Cyber Av3ngers (aliado do Irã).

Ataques contra instituições de Israel

O primeiro ataque monitorado por Julian B foi feito pelo Anonymous Sudan. A célula do grupo teve como alvos sistemas de alerta de emergência de Israel e o jornal Jerusalem Post.

Os Cyber Av3ngers atacaram duas empresas que cuidam da rede elétrica de Israel.

O Killnet tentou invadir os sites do governo de Israel, enquanto o Ghosts of Palestine convidou hackers a atacarem infraestruturas privadas do governo judeu e dos Estados Unidos.

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Computadores também se tornaram armas na guerra entre Israel e Palestina | Foto: Reprodução/Freepik

Ataques contra estruturas palestinas

Segundo o especialista, o lado favorável aos israelenses contou com grupos como o ThreatSec, que afirmou ter comprometido uma estrutura de internet na Faixa de Gaza. Já hackers ativistas indianos disseram que atacaram sites palestinos.

Os grupos Garuna e TeamHDP declararam na internet que estão mirando as páginas do Hamas e da Universidade Islâmica de Gaza.

Método DDoS

De acordo com o site de notícias Security Week, especializado em segurança cibernética, a maioria dos ataques feitos durante a recente guerra aconteceu pelo método de DDoS.

O chamado Distributed Denial of Service (“Negação Distribuída de Serviço”, na tradução em inglês) procura interromper a operação de um site ou serviço inundando a página de acessos.

O Killnet e Anonymous Sudan já realizaram ataques contra grandes empresas. Microsoft, X (antigo Twitter), Telegram, Lockheed Martin e até o governo dos Estados Unidos foram vítimas de ataques DDoS.

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2 comentários
  1. Luiz Antônio Alves
    Luiz Antônio Alves

    os hackers só não conseguem entrar no cmputador do TSE brasileiro. Deve ser uma frustração. O TSE deveria exportar tecnologia para o resto do mundo para se protegerem dos ataques criminosos.

    1. Christian
      Christian

      Que nada, já foram pagos a peso de ouro para ficarem calados…

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