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Igreja Metodista Unida libera casamento gay

Comitê também derrubou regra que proibia a ordenação de clérigos homossexuais praticantes

Igreja Metodista pró-LGBT
A igreja metodista Foundry, nos EUA, aceita o público LGBT há mais de 30 anos | Foto: Reprodução/Redes sociais

Na quarta-feira 1°, a Igreja Metodista Unida derrubou uma proibição de 40 anos sobre a ordenação de clérigos gays praticantes. Os líderes metodistas discutiam a questão desde 2019, porém, a decisão foi adiada repetidamente devido à pandemia de covid-19.

A aprovação, que ocorreu no Estado da Carolina do Norte, Estados Unidos, veio sem necessidade de debate. Ela faz parte de um conjunto de medidas que já haviam recebido amplo suporte nas fases de comitê.

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Além disso, também foi decidido que líderes locais não poderão punir clérigos nem igrejas que optarem por realizar ou se recusar a realizar casamentos homoafetivos. Espera-se que, até o final deste encontro, na sexta-feira 3, sejam tomadas mais decisões em apoio à comunidade LGBT dentre fiéis e clérigos.

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A série de votações sucede a um período de intensa controvérsia dentro da denominação sobre questões de sexualidade, que já provocou divisões e tensões não apenas entre os metodistas, mas em outras comunidades cristãs ao redor do mundo.

Conservadores foram ‘convidados a sair’ da Igreja Metodista

A mudança na composição da denominação, que ficou evidente depois da saída de várias congregações conservadoras, foi um fator decisivo para a revogação da proibição. Aos membros conservadores, foi dada a opção de deixar a igreja com base em “razões de consciência” desde 2019, uma política que permitiu a essas congregações manterem suas propriedades e ativos se decidissem partir até o final do ano passado.

Esse movimento resultou em uma significativa diminuição no número de congregações, especialmente em áreas historicamente metodistas, como o Texas, onde mais de 40% das igrejas deixaram a denominação. Algumas dessas congregações aderiram à Global Methodist Church, uma nova denominação conservadora, enquanto outras optaram por permanecer independentes.

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Após a votação que marcou a mudança de política, delegados celebraram o momento cantando “Amplie o círculo, amplie ainda mais”, um hino que se tornou símbolo para muitos cristãos LGBTQIA+ na busca por inclusão e aceitação dentro da fé metodista.

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4 comentários
  1. Paulo Roberto Zanetti
    Paulo Roberto Zanetti

    A igreja metodista tem método. O método certinho de levar o seu seguidor direto pro inferno. Deve ficar lindo casadinhos gays assistindo as cerimônias da igreja. E vão levar seus filhinhos? Mais uma imoralidade nesse país. Isso não é igreja cristã. É maís uma falsidade, mais uma mentira. Arreda!

  2. João Cirilo
    João Cirilo

    E essa seita ser diz cristã? Que Bíblia será que usa?

  3. Leandro Guimarães Faria Corcete Dutra
    Leandro Guimarães Faria Corcete Dutra

    Faltou dizer que a comunhão metodista mundial, predominantemente ‘Sul global’, já efetivamente excomungou essa metodista estadunidense.

  4. Fabricio Kenji Sato
    Fabricio Kenji Sato

    Interessante a saída encontrada para esse debate na que deu a “liberdade” de algumas congregações saíream da denominação. Apesar de triste, essa divisão, por outro lado, o do pragmatismo, acabou sendo boa. O tempo mostrará o resultado. Eu fui da Igreja Presbiteriana Independente (“nasci” naquela denominação), hoje estou na Igreja Presbiteriana. O tempo vem mostrando que o “Progressismo” está destruindo a IPI (digo isso com tristeza) e que o conservadorismo que resiste na IPB é a que a tem mantido de pé. Conservar é mantes, é preservar e no fundo se refere apenas a obedecer as escrituras, sem “novas” interpretações.. adequações a esse século. Enfim.. que cada um tenha seu direito a culto e o tempo mostrará quem está ou não cumprindo, sendo obediente a vontade de Deus.

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