Inflação na Argentina acumula alta de 41,8% no ano

Congelamento de preços não está surtindo efeitos
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Lideram o <i>ranking</i> das maiores altas em outubro: vestuário e calçados (5,1%) e saúde (4,7%)
Lideram o ranking das maiores altas em outubro: vestuário e calçados (5,1%) e saúde (4,7%) | Foto: Divulgação/Twitter/Alberto Fernández

Apesar da política de congelamento de produtos da cesta básica na Argentina, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) avançou 3,5% em outubro, na comparação com o mês anterior. A inflação do país já acumula alta de 41,8% neste ano — em 12 meses, chegou a 52,1%. Os dados foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos, na quinta-feira 11.

Com a mais recente alta, a inflação está perto de superar outra meta estabelecida pelo ministro da Economia, Martín Guzmán. Inicialmente, ele havia projetado que o IPC ficaria em 29% neste ano. No Orçamento para 2022, a previsão foi ajustada para 41,5%. Analistas ouvidos pelo Banco Central da Argentina esperam que o índice fechará 2021 entre 50% e 51%.

Lideram o ranking das maiores altas em outubro: vestuário e calçados (5,1%) e saúde (4,7%), segundo o Indec. Embora o governo esteja controlando preços, os alimentos e bebidas não alcoólicas ficaram 3,4% mais caros no mês passado.

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Leia também: “Argentina: o eterno flerte com o suicídio”, reportagem publicada na Edição 68 da Revista Oeste

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5 comentários Ver comentários

  1. Não dê ouvidos às crítica, Fernandez. Continue com o congelamento que vai dar certo, tenha confiança nas suas ideias. E aconselho ainda mais: Baixe a temperatura para -237º que neste ponto tudo para, até o aumento dos preços.

  2. O filósofo chinês Guga Chacra, que as vezes trabalha como jornalista, escreveu no GLOBO “Se continuar assim, a Argentina terá uma derrocada como no Brasil”.

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