Depois de avisos dos Estados Unidos, o Irã declarou neste domingo, 22, que suas forças derrubaram um caça F-15 considerado hostil, que sobrevoava o sul do país, nas proximidades do Estreito de Ormuz.
Imagens do suposto ataque foram divulgadas por uma agência de notícias estatal.
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A tensão cresceu depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, exigiu a abertura total do Estreito de Ormuz em 48 horas, sob pena de atacar as principais usinas elétricas iranianas. O prazo imposto termina na segunda-feira 23.
Controle iraniano sobre o Estreito de Ormuz
Seyed Ali Mousavi, representante iraniano na Organização Marítima Internacional, declarou que o acesso ao estreito está autorizado para “todos, exceto inimigos”, deixando claro que Teerã irá definir quais navios poderão navegar pela região. Segundo Mousavi, embarcações com destino à China e outros países asiáticos já receberam permissão.
No contexto da quarta semana do conflito no Oriente Médio, os episódios recentes indicam uma escalada sem perspectiva de resolução. O Irã lançou novos ataques aéreos neste domingo, 22, levando sirenes a soar em diversas cidades de Israel.
Bombardeios e ameaças de retaliação
No sul de Israel, habitantes de Dimona e Arad sofreram com destruição provocada pelos bombardeios, enquanto no norte um homem morreu em um ataque conduzido pelo Hezbollah, grupo militante do Líbano. O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, esteve em Arad, onde destacou que foi um “milagre” que ninguém tenha morrido na explosão.
Netanyahu também prometeu retaliar diretamente os líderes iranianos. “Vamos atrás do regime. Vamos atrás da Guarda Revolucionária Islâmica, essa quadrilha de criminosos”, afirmou na cidade de Arad, alvo do ataque com mísseis iranianos na véspera, segundo a Agência de Notícias Iranianas.






































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