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Israel anuncia morte de comandante do Hamas envolvido nos ataques de 7 de outubro

Taha Abu Ayadeh, terrorista nukhba, atacou um posto de gasolina no kibutz Magen

Israel ações Hezbollah
As Forças de Defesa de Israel estão entre os exércitos mais fortes do mundo | Foto: Reprodução/Instagram IDG

As Forças de Defesa de Israel (FDI) informaram nesta terça-feira, 8, a eliminação de Taha Abu Ayadeh, integrante da unidade de elite Nukhba do Hamas, durante uma ação conjunta com o Serviço de Segurança Geral (ISA) na cidade de Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza, no dia 1º de julho.

Segundo o comunicado oficial, Ayadeh comandou a invasão ao posto de gasolina do kibutz Magen, um dos alvos da ofensiva de 7 de outubro de 2023. Na ocasião, grupos armados ligados ao Hamas cruzaram a fronteira com o objetivo de atacar civis e sequestrá-los para Gaza. Em Magen, a célula terrorista foi contida por membros da brigada de emergência do kibutz.

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O Exército israelense afirma que, desde o começo do conflito, Ayadeh participou de diversas ofensivas contra suas tropas. “Ao longo da guerra, Abu Ayadeh avançou e liderou numerosos ataques terroristas, inclusive vários ataques nas últimas semanas contra tropas das FDI que operam na região de Khan Yunis”, diz a nota.

As FDI declarou que as operações contra os envolvidos no massacre de 7 de outubro continuarão. “As FDI e o ISA continuarão a atuar contra todos os terroristas que participaram do massacre brutal de 7 de outubro”, afirma o comunicado.

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Relembre os ataques de 7 de outubro a Israel

Em 7 de outubro de 2023, o Hamas lançou um ataque coordenado e de grande escala contra Israel, considerado um dos mais letais da história recente do país. A ofensiva incluiu o disparo de milhares de foguetes a partir da Faixa de Gaza e a invasão simultânea por terra, mar e ar de diversas comunidades israelenses próximas à fronteira.

A ação resultou na morte de aproximadamente 1,2 mil pessoas, no sequestro de 251 civis e em milhares de feridos. As forças do Hamas invadiram cidades e kibutzim no sul de Israel, além do festival de música eletrônica Nova, onde centenas de civis foram mortos.

O governo israelense afirma que os ataques foram precedidos por um planejamento de dois anos, em meio a uma percepção de vulnerabilidade no sistema de defesa do país. Registros em vídeo divulgados pelos próprios combatentes mostraram ações violentas e sequestros, o que gerou ampla condenação internacional.

Diante do ataque, o governo israelense declarou estado de guerra e começou uma ofensiva militar em Gaza com o objetivo de desmantelar as capacidades operacionais do Hamas. Desde então, o conflito se estendeu, com operações terrestres e bombardeios contínuos. No entanto, negociações recentes para um cessar-fogo têm encontrado resistência.

Leia também: “O Brasil não está longe da fronteira da Faixa de Gaza”, artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 186 da Revista Oeste

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