As Forças de Defesa de Israel (FDI) informaram, nesta segunda-feira, 2, que mataram Hussein Makled, chefe do quartel-general de inteligência do Hezbollah, grupo terrorista libanês. O grupo abriu fogo contra Israel em represália à morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, depois de ataques dos Estados Unidos e de Israel.
Segundo as FDI, Makled morreu em um “ataque preciso em Beirute”, capital do Líbano. Também nesta segunda-feira, o Exército já havia informado que matou diversos membros importantes da alta cúpula da Inteligência iraniana. Entre eles, estavam o vice-ministro de Inteligência para Assuntos de Israel, Sayed Yahya Hamidi, e o chefe da Divisão de Espionagem, Jalal Pour Hossein.
Escalada entre Irã, EUA e Israel
Israel afirma que o vice-ministro “liderou atividades terroristas contra judeus, atores ocidentais e opositores do regime no Irã e no exterior”. Já o FBI diz que Yahya tem conexões com “supostas atividades terroristas em todo o mundo”. Dessa maneira, ele utilizaria “redes de inteligência, redes operacionais e capacidades cibernéticas, incluindo a cooperação entre o Mois e o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) do Irã”.
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Os EUA e Israel iniciaram bombardeios contra o Irã no sábado, 28. Ao todo, as bombas atingiram 131 cidades e mataram mais de 550 iranianos, segundo a Sociedade do Crescente Vermelho no país (IRCS).
Em resposta, o Irã anunciou que realizou um ataque contra a residência do premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, além de bombardeios contra Tel-Aviv. O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, afirmou que o país não está aberto a negociar com os norte-americanos.
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