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Israel e EUA trabalham para prorrogar as sanções contra o Irã

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que mais sanções são necessárias para evitar que o Irã consiga produzir armas nucleares

Sanções Irã
Foto: jorono/Pixabay

Os países querem prorrogar as sanções contra o Irã quevalem até 18 de outubro; EUA estão dispostos a utilizar o poder de veto para manter esse embargo

Sanções Irã
Foto: jorono/Pixabay

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que mais sanções são necessárias para evitar que o Irã consiga produzir armas nucleares. A fala de Netanyahu aconteceu durante encontro com Brian Hook, diplomata norte-americano responsável pelas relações com a nação persa.

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“Eu acredito que é hora de impormos mais sanções”, disse o primeiro-ministro de Israel. “Eu penso que não podemos esperar. Não podemos deixar que o Irã comece a fabricar uma arma nuclear porque aí já será muito tarde para as sanções”, concluiu.

Veja também: “Irã emite ordem de prisão contra Trump”

O enviado dos EUA está em Israel com o objetivo dos dois países trabalharem em conjunto para estender o embargo da ONU contra o Irã, que acaba em 18 de outubro. O embargo faz parte do acordo nuclear de 2015, que o governo de Donald Trump saiu em 2018. De acordo com Hook, os Estados Unidos estão dispostos a utilizar o seu poder de veto para estender esse embargo indefinidamente,

Prorrogação do embargo

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, deve discutir a extensão do embargo no Conselho de Segurança da ONU neste semana, informa o jornal israelense The Jerusalem Post. Hook afirmou que Israel está inegavelmente trabalhando junto para a manutenção do embargo.

“Em quatro meses, o Irã será capaz de importar, aviões a jato, helicópteros de ataque, navios de guerra, submarinos e mísseis de longo alcance”, afirmou Hook. “Eles estarão na posição de exportar essas armas e tecnologias para os seus aliados, como o Hezbollah, Hama e grupos no Iraque, Síria e Iêmen”.

O enviado norte-americano também viajou para a Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos  e o Barein, que também apoiam a prorrogação do embargo contra o Irã.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país vai continuar tomando todas as medidas possíveis contra a presença iraniana na Síria e em toda a região. Israel também trabalha primordialmente contra as ambições nucleares no Irã.

 

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