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Israel fecha embaixadas no mundo e orienta cautela a cidadãos

Depois de ofensiva contra o Irã nesta quinta-feira, 12, país pediu que pessoas evitem exposição pública

benjamin netanyahu x hamas Lula isarel - israel
Segundo o premiê, a proposta visa garantir a segurança de Israel | Foto: Reprodução/Twitter/X

Depois de realizar ofensiva militar de grande porte contra o Irã, Israel determinou o fechamento de todas as suas embaixadas no exterior, nesta sexta-feira, 13. O país orientou os cidadãos israelenses intensificarem a cautela e evitarem o uso de símbolos que possam identificá-los publicamente como judeus ou israelenses.

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Comunicados publicados nos sites das representações informaram que os serviços consulares estão suspensos globalmente. As pessoas que enfrentarem hostilidade devem buscar apoio nos órgãos de segurança locais até que tudo volte ao normal. Assim, ainda não há revisão de reabertura das embaixadas.

Medidas de Israel no exterior

Ataque aéreo a Teerã, a capital iraniana: escalada de conflito no Oriente Médio preocupa os Estados Unidos | Foto: Reprodução/Twitter/X
Ataque aéreo a Teerã, a capital iraniana | Foto: Reprodução/Twitter/X

Em Berlim, funcionários da embaixada se recusaram a fornecer detalhes adicionais. Enquanto isso, o Ministério das Relações Exteriores de Israel não se manifestou oficialmente sobre a duração das medidas.

O governo também pediu que israelenses no exterior atualizem sua localização por meio de formulário, recurso já utilizado depois dos ataques do Hamas, em outubro de 2023.

“À luz dos desenvolvimentos recentes, as missões israelenses em todo o mundo estarão fechadas, e os serviços consulares não serão fornecidos”, diz o comunicado divulgado pelas autoridades.

A Alemanha, segundo o chanceler, Friedrich Merz, que manteve contato com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu nesta sexta-feira, 13, reforçou a segurança em áreas judaicas e israelenses no país. Em Berlim, o entorno da Embaixada de Israel permaneceu calmo, com presença policial restrita, conforme a agência Reuters.

Leia também: “Defensor do Hamas”, reportagem de Eugenio Goussinsky publicada na Edição 273 da Revista Oeste

Já em Estocolmo, policiais reforçaram a vigilância na Grande Sinagoga, com viaturas posicionadas próximas ao local. O governo israelense alegou ter atingido instalações nucleares e locais de produção de mísseis no Irã, além de eliminar comandantes militares, em estratégia para dificultar o avanço nuclear iraniano.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, responsabilizou o Irã pela escalada. Ele disse que o país se colocou nessa situação ao resistir às demandas norte-americanas sobre seu programa nuclear.

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