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Joe Biden desiste de disputar a reeleição

Presidente dos EUA vinha sendo pressionado por doadores e pelo próprio partido Democrata; ainda não há um sucessor

O presidente dos EUA, Joe Biden, embarca no Força Aérea Um na Base Aérea de Dover em Dover, Delaware, EUA | Foto: Amanda Andrade-Rhoades/REUTERS

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou, neste domingo, 21, que não vai disputar a reeleição.

A informação veio depois de semanas de desgaste, em virtude de um debate malsucedido com Donald Trump.

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Por causa dos visíveis sinais de senilidade do presidente de 81 anos, durante a transmissão na CNN, integrantes do Partido Democrata passaram a pressioná-lo publicamente para desistir da corrida pela Casa Branca. Ao mesmo tempo, uma série de doadores da sigla ameaçou suspender os financiamentos da candidatura presidencial.

Com a desistência de Biden, um sucessor terá de ser escolhido. A Convenção Nacional Democrata, que vai oficializar o candidato do partido, será entre 19 de agosto e 22 de agosto. Por ora, os nomes mais discutidos são: vice-presidente Kamala Harris, os governadores Gavin Newsom (Califórnia), J B Pritzker (Illinois), Gretchen Whitmer (Michigan), Wes More (Maryland), e, até mesmo, o da ex-primeira-dama Michelle Obama.

Leia a carta de Joe Biden

Hoje, a América tem a economia mais forte do mundo. Fizemos investimentos históricos na reconstrução da nossa nação, na redução dos custos dos medicamentos prescritos para os idosos e na expansão dos cuidados de saúde acessíveis a um número recorde de americanos. Fornecemos cuidados extremamente necessários a um milhão de veteranos expostos a substâncias tóxicas. Aprovou a primeira lei de segurança de armas em 30 anos. Nomeada a primeira mulher afro-americana para a Suprema Corte. E aprovou a legislação climática mais significativa da história do mundo. A América nunca esteve melhor posicionada para liderar do que estamos hoje.

Sei que nada disso poderia ter sido feito sem vocês, povo americano. Juntos, superamos uma pandemia que ocorre uma vez num século e a pior crise econômica desde a Grande Depressão. Protegemos e preservamos a nossa democracia. E revitalizamos e fortalecemos nossas alianças em todo o mundo.

Foi a maior honra da minha vida servir como seu presidente. E embora tenha sido minha intenção procurar a reeleição, acredito que é do interesse do meu partido e do país que eu me demita e me concentre exclusivamente no cumprimento dos meus deveres como Presidente durante o resto do meu mandato.

Falarei à nação ainda esta semana com mais detalhes sobre minha decisão.

Por enquanto, deixe-me expressar minha mais profunda gratidão a todos aqueles que trabalharam tanto para me ver reeleito. Quero agradecer à vice-presidente Kamala Harris por ser uma parceira extraordinária em todo esse trabalho. E deixe-me expressar o meu sincero agradecimento ao povo americano pela fé e confiança que depositou em mim.

Acredito hoje no que sempre acreditei: que não há nada que a América não possa fazer — quando fazemos isso juntos. Só temos que lembrar que somos os Estados Unidos da América”.

Leia também: “O transtorno mental da imprensa”, artigo de J.R. Guzzo publicado na Edição 226 da Revista Oeste

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6 comentários
  1. Ricardo
    Ricardo

    Esse velho caduco foi um homem nefasto para os americanos e para o mundo, nunca tive o menor respeito por esse velho cruel, quem não se lembra da retirada das tropas americanas do Afeganistão e de sua política perversa, tanto interna como externamente ? Milhares foram massacrados graças a perversidade desse demente, a maior potência mundial sobre a qual todo o mundo livre ocidental se apoia esteve durante quatro anos impactado pela demência desse velhaco senil que seguiu os maus costumes impostos ao povo americano e ao cidadãos do mundo por esse nojento Partido Democrata dominado por uma agenda perversa. Sua eleição já foi uma farsa, somente agora quando saiu de seu covil para ter a ousadia de ser reeleito , Trump mostrou ao vivo e a cores a senilidade desse velhaco, o partido democrata não teve mais como esconder a nudez indecente da conduta desse velho corrompido, se a política americana vivesse em seus melhores dias esse homem jamais teria sido eleito e exigiria a sua imediata renuncia da presidência dos USA.

  2. ELIAS
    ELIAS

    Nos EEUU a senilidade e um adversário com força eleitoral suficiente para derrotá-lo retiram o candidato à reeleição da disputa. Num certo país tropical, os mesmos ingredientes não balançam o candidato da situação que conta com um tribunal “amigo” que torna o adversário inelegível, além é claro, de urnas eletrônicas parceiras.

  3. Brian
    Brian

    Os esquerdopatas sempre usam reconstrução do país em tudo, mas na verdade é destruição. Incrível!

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