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Justiça da Argentina reabre 2 processos contra Cristina Kirchner

Vice-presidente do país sul-americano volta a ser alvo de investigações por acobertamento e suspeitas de corrupção

Cristina Kirchner justiça processos corrupção
Cristina Kirchner teria acobertado responsáveis por atentado contra associação judaica | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

Dois casos de suspeita de corrupção e acobertamento que envolvem a vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, foram reabertos nesta terça-feira 19. A reabertura dos casos partiu da Câmara Federal de Cassação Penal, que faz parte da Justiça do país.

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De acordo com o jornal Clarín, uma das ações é relativa ao suposto encobrimento de iranianos responsáveis pelo atendado contra a Associação Mutual Israelita Argentina, em 1994, que deixou 85 mortos. A outra ação diz respeito a um caso de possível lavagem de dinheiro.

Em 2015, ação do promotor Alberto Nisman — morto no mesmo ano — acusava Cristina Kirchner, na época presidente da Argentina, de ter assinado o Memorando do Irã, em 2013. O documento possibilitava o interrogatório dos suspeitos fora do país.

Era uma maneira de tentar livrar ex-autoridades iranianas das acusações, para que a Argentina obtivesse benefícios comerciais. Em 2021, a Justiça do país sul-americano considerou que o Memorando do Irã não constituiu um crime nem ato de acobertamento.

Filho da vice-presidente também será investigado por suspeita de corrupção

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Filho de Cristina Kirchner, Máximo, será investigado; Florencia, filha da vice-presidente, não | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

Em relação à suposta lavagem de dinheiro, as investigações também envolvem o filho da atual vice-presidente da Argentina, Máximo Kirchner. Filha de Cristina, Florencia ficou de fora.

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Em 2021, a Justiça da Argentina também havia retirado a ação contra os três. O caso ficou conhecido como “Hotelsur-Los Sauces”.

Hotelsur, uma empresa do empresário Lázaro Báez, teria recebido propina para gerenciar empreendimentos da família Kirchner, por meio de supostas falsas reservas nos hotéis da família da vice-presidente argentina. Dessa maneira, seria possível legalizar dinheiro obtido de forma ilícita.

Já o caso de Los Sauces, unificado ao processo, investigava suposto esquema de propina, de 2009 a 2016, relativo a pagamento de aluguéis de apartamentos.

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2 comentários
  1. Christian
    Christian

    Nunca conseguirão prender esta louca. Mas que ela merece, merece !

  2. Lindomar vitor morais
    Lindomar vitor morais

    Se o termo volta estiver em círculo, já virou rpm…

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