O Tribunal de Ashkelon, em Israel, decidiu manter o brasileiro Thiago Ávila e o espanhol Saif Abu Keshek presos até o próximo domingo 10. A decisão ocorreu nesta terça-feira, 5, em uma nova audiência sobre o caso. Israel acusa os dois de integrarem uma organização proibida pelos Estados Unidos por atuar em favor do grupo Hamas.
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A dupla fazia parte de uma flotilha com mais de 50 barcos que tentava furar o bloqueio naval na Faixa de Gaza. Militares israelenses interceptaram as embarcações em águas internacionais na madrugada de quinta-feira, 30. Outros 175 ativistas que participavam da missão ganharam a liberdade logo que as embarcações atracaram na Grécia.
Acusações de terrorismo e maus-tratos
O Ministério das Relações Exteriores de Israel afirma que Ávila tem vínculos com a Conferência Popular para os Palestinos no Exterior (PCPA). Segundo o Departamento do Tesouro dos EUA, essa entidade opera clandestinamente para o Hamas. O governo israelense classifica Keshek como membro importante da organização e investiga Ávila por conduta ilegal.
Por sua vez, a ONG Adalah, que defende os detidos, afirma que os ativistas enfrentam interrogatórios de oito horas. A entidade afirma que os presos ficam em celas com luzes acesas o tempo todo e circulam com os olhos vendados. O governo de Israel nega qualquer tipo de violência ou tratamento indevido contra os prisioneiros.
Reação diplomática brasileira
O Itamaraty publicou nota conjunta com o governo da Espanha para condenar as prisões. O documento classifica a ação israelense como “sequestro” e exige o retorno seguro dos cidadãos. O Brasil sustenta que o ato ocorreu fora da jurisdição de Israel e fere o Direito internacional.
Os organizadores da flotilha dizem que os barcos estavam a mais de mil quilômetros de Gaza quando ocorreu a abordagem. Eles descrevem a operação militar como uma “armadilha no mar”. Em 2025, Thiago Ávila já havia passado por situação semelhante quando participou de missão com a ativista Greta Thunberg, mas acabou deportado na ocasião.
Leia também: “Desaparecimento de psicóloga brasileira na Inglaterra completa 2 meses”









































Aproveita e faz ele sumir de vez , não vai fazer falta nenhuma pro mundo.
Espero que Israel o mantenha preso até o fim dos tempos.
Sugiro botar esse pilantra pra plantar mandioca, cavando a terra com as mãos.
Reincidente. Cana nele.
Botem este cara a plantar batatas na faixa de Gaza, assim ele pode fazer a tal ajuda humanitária, que ele tanto defende.
Deixe o brasileiro esquerdopata apodrecer na prisão em Israel!