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Maria do Rosário foge de pergunta sobre Venezuela: 'Não quero entrar nesse debate'

Pré-candidata à Prefeitura de Porto Alegre foi questionada sobre regime de Nicolás Maduro por Felipe Camozzato, do Novo

Maria do Rosário foi questionada sobre Venezuela por pré-candidato do Novo em debate | Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados
Maria do Rosário foi questionada sobre Venezuela por pré-candidato do Novo em debate | Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados

Durante o primeiro debate para a Prefeitura de Porto Alegre, realizado nesta terça-feira, 6, pela Rádio Gaúcha e o jornal Zero Hora, a candidata do Partido dos Trabalhadores (PT), Maria do Rosário, foi questionada sobre a crise política na Venezuela.

Em resposta ao candidato do Novo, Felipe Camozzato, ela evitou se posicionar sobre o regime de Nicolás Maduro.

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“Defendo a democracia, mas não quero entrar nesse debate”, afirmou. “Estou focada na cidade. Inclusive, sustentei uma Comissão da Verdade contra uma ditadura.”

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No entanto, ela não respondeu diretamente se apoia ou não Maduro.

Na sequência, Camozzato afirmou que a pré-candidata não consegue condenar a ditadura do chavista, assim como não condena a ditadura cubana ou nicaraguense.

“Esse relativismo é constante”, afirmou Camozzato. “Não acredito que a deputada Maria do Rosário defenda verdadeiramente a democracia. O PT sequer reconheceu que houve um golpe na Venezuela e uma eleição fraudada, mas critica o [sic] golpe do 8 de janeiro. Defender a democracia exige mais do que discurso. É necessário passar à prática.”

Oposição de Maduro foi convocada por tribunal da Venezuela

Enquanto isso, na Venezuela, a presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Caryslia Rodríguez, convocou o opositor Edmundo González e representantes da oposição para comparecer ao tribunal nesta quarta-feira, 7. Eles devem apresentar documentos relativos às eleições e responder a uma entrevista.

Caso Edmundo González não compareça, ele estará sujeito às “consequências previstas na regulamentação em vigor”, segundo Caryslia.

González e outros candidatos já haviam sido convocados para uma audiência em 2 de agosto para assinar o termo de aceitação do resultado divulgado pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), que declarou Maduro vencedor da eleição.

Leia também: “Justiça rejeita recurso de Maria do Rosário e arquiva em definitivo ação contra Bolsonaro”

As convocações acontecem em meio a ameaças de prisão feitas pelo regime de Maduro contra Edmundo González e María Corina Machado, líder da oposição na Venezuela.

3 comentários
  1. Marcus M Riether
    Marcus M Riether

    Percebe-se que covardia é contagioso, falsos líderes venezuelanos copiando as falcatruas de seus comparsas brasileiros.

  2. MNJM
    MNJM

    Só cidadão sem cérebro votará nesse traste.
    Como td petista apoia a ditadura de Maduro. Fora.

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