Com pouquíssimas medidas de contenção e poucos casos, o presidente pede que os bielorrussos continuem trabalhando normalmente

Foto: Ron Przysucha/ Public Domain
Alexander Lukashenko está na presidência da Bielorrússia há 26 anos. A ex-república soviética com pouco mais de 9 milhões de habitantes é considerada uma das últimas ditaduras da Europa.
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O presidente acusa os países que estão isolando a sua população por conta do coronavírus de serem vítimas de uma “psicose” e está defendendo que vodca e sauna são eficazes contra o vírus.
Lukashenko está incentivando que os bielorrussos continuem a trabalhar normalmente. Eventos esportivos, como partidas de futebol e hóquei no gelo, não foram interrompidos. No último sábado, 30, o próprio presidente foi assistir a uma partida de hóquei na arena.
As escolas, lojas e demais serviços continuam abertos e funcionando normalmente. O ministério da saúde afirma que está preparado para qualquer emergência, afirmou a vice-ministra da Saúde, Yelena Bogdan, em uma reunião da pasta.
De acordo com os dados do governo, que não são transparentes ou confiáveis, a Bielorrússia tem 152 casos confirmados pelo coronavírus, sem nenhuma morte. O país está exigindo que todos os estrangeiros passem por uma quarentena de 14 dias ao chegar.
Com informações Estadão Conteúdo
Talvez o segredo seria a última frase do texto.