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PIB da Argentina cresce 3,9% no 3º trimestre; país sai da recessão

O resultado positivo chega um ano depois da posse do governo liderado por Javier Milei, que levou adiante uma 'terapia de choque fiscal'

PIB da Argentina cresce 3,9% no terceiro trimestre e país sai da recessão
PIB da Argentina cresce 3,9% no terceiro trimestre e país sai da recessão | Foto: Reprodução/redes sociais

O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina voltou a crescer no terceiro trimestre. O indicador registrou alta de 3,9% na comparação com o trimestre anterior.

Com o resultado obtido de julho a setembro, o país saiu da recessão que teve início no fim de 2023. Em comparação com o mesmo período de 2023, o PIB do terceiro trimestre caiu 2,1%. A informação foi divulgada pelo Instituto Público de Estatísticas Argentino.

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A retomada do crescimento da economia argentina acontece no momento em que o governo do presidente Javier Milei completa um ano no cargo. O novo Executivo iniciou, logo no começo de seu mandato, um duro corte de gastos, abertura do mercado e desregulamentação da economia.

Saiba mais: “Argentina denuncia prisão de funcionário em sua Embaixada na Venezuela”

Com essa “terapia de choque”, a inflação da Argentina caiu de três dígitos para cerca de 2% ao mês. Além disso, os investimentos voltaram para o país. A inciativa privada está registrando um crescimento importante.

A recessão econômica foi provocada pela redução dos gastos públicos e da impressão de pesos para financiar gastos dos governos anteriores. A ação provocou a alta da inflação.

Resultados econômicos da Argentina surpreende analistas

PIB da Argentina cresce 3,9% no terceiro trimestre e país sai da recessão
PIB da Argentina cresce 3,9% no terceiro trimestre e país sai da recessão | Foto: Reprodução/Redes sociais

Muitas instituições financeiras internacionais estão revendo suas previsões sobre a economia da Argentina.

Saiba mais: Com Milei, Argentina tem menor inflação mensal desde 2020

O banco norte-americano J.P. Morgan prevê uma contração de 3% da economia da Argentina para este ano. No entanto, projeta crescimento de 5,2% em 2025.

Os títulos soberanos da Argentina reduziram o diferencial com os papéis da dívida púbica norte-americana de 2 mil pontos-base no momento em que Milei assumiu o cargo, para 677 pontos-base.

Saiba mais: “Um ano de Javier Milei“, artigo de Gustavo Segré publicado na Edição 247 da Revista Oeste

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