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Milei publica vídeo com críticas a Maduro e imagens do ditador com Lula

Presidente argentino elogia ação dos EUA e retoma discurso no Mercosul; posição contrasta com governo brasileiro

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, em encontro com Lula da Silva, seu aliado | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, em encontro com Lula da Silva, seu aliado | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O presidente da Argentina, Javier Milei, comemorou, neste sábado, 3, a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pelos Estados Unidos. A manifestação ocorreu nas redes sociais, com a publicação de um vídeo que reúne críticas ao governo venezuelano e cortes com imagens do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante encontro do Mercosul.

O presidente usou o slogan de sua campanha presidencial para saudar a operação norte-americana contra Maduro. “A liberdade avança”, publicou Milei no X.

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O vídeo repostado traz um trecho de discurso de Milei na 67ª Cúpula do Mercosul, que ocorreu em dezembro de 2025 em Foz do Iguaçu (PR). Na gravação, ele chama a Venezuela de “ditadura atroz e desumana do narcoterrorista Nicolás Maduro” e afirma que o país “estende uma zona obscura na região”.

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No mesmo trecho, Milei diz que “a Argentina saúda a pressão dos EUA e de Donald Trump para liberar o povo venezuelano”. Ele também afirma que já passou da hora de uma postura mais dura contra a Venezuela e que todo o bloco deveria condenar o que classificou como “experimento autoritário”.

Milei faz paralelo com Lula

O vídeo também mostra, em alguns momentos, as reações de Lula durante o discurso do argentino. Além disso, ao final, aparece uma foto do petista abraçado com Maduro.

Leia mais: “Governo Lula faz reunião de emergência sobre a captura de Maduro”

A posição de Milei diverge da adotada por outros líderes da região. Lula afirmou que os ataques contra a Venezuela são inaceitáveis. Já o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, disse ver com preocupação a ação militar contra o país vizinho.

O governo dos Estados Unidos atacou a Venezuela durante a madrugada. A operação atingiu a capital e outros três Estados e resultou na retirada de Maduro do país. O governo venezuelano classificou a ação como “grave agressão militar”.

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