Um navio petroleiro sofreu um ataque a cerca de 10 quilômetros da costa de Masandam, em Omã, neste domingo, 1º, em meio à escalada militar entre Estados Unidos (EUA), Israel e Irã. O Centro de Segurança Marítima do país confirmou a ocorrência e informou que investiga as circunstâncias do incidente.
De acordo com o órgão, o petroleiro Skylight, que navega sob bandeira da República de Palau, sofreu o ataque a cinco milhas náuticas (cerca de 10 km) ao norte do porto de Khasab, na província de Musandam.
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Ataque ao petroleiro em Omã mobiliza resgate
A embarcação tinha 20 tripulantes a bordo — 15 indianos e cinco iranianos. As autoridades evacuaram todos os ocupantes.
Quatro integrantes da tripulação sofreram ferimentos de diferentes graus e seguiram para atendimento médico.
O Centro de Segurança Marítima informou que conduziu as operações de resgate em coordenação com agências militares, de segurança e órgãos civis.
Escalada militar entre EUA, Israel e Irã
Neste sábado, 28, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o início de operações militares de grande escala contra o Irã. Em vídeo publicado na rede Truth Social, afirmou que a ofensiva busca enfraquecer as Forças Armadas iranianas e impedir o avanço do programa nuclear do país.
Trump declarou que Teerã rejeitou propostas para limitar suas ambições nucleares. Segundo ele, Washington decidiu agir diante da recusa iraniana. Israel participou da ação.
Diferentemente da ofensiva de junho de 2025, os ataques começaram durante a madrugada, já no início do dia útil no Irã. Na ocasião anterior, a operação teve duração limitada. Desta vez, segundo a imprensa internacional, autoridades americanas preveem uma campanha prolongada.
Como resposta, o Irã lançou mísseis e drones contra Israel e contra instalações militares americanas no Oriente Médio. Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque registraram explosões ou acionaram sistemas de defesa aérea.
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Na noite de sábado, Trump afirmou que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, morreu em um bombardeio. A declaração foi publicada na Truth Social.
“Khamenei, uma das pessoas mais perversas da História, está morto”, escreveu o presidente. Ele afirmou que a ação representa “justiça para o povo do Irã” e para vítimas atribuídas ao regime iraniano.
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